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A Colonização brasileira, marco histórico e social da formação do país, constituiu-se na repressão sociocultural da população afrodescendente e indígena por colonos brancos. Ainda que essas minorias sejam relevantes para a formação do contexto brasileiro, o processo de apropriação cultural corrobora fortemente para a comercialização e estereotipização de suas identidades.
Em primeira análise, é válido pontuar que o capitalismo age em parte crucial dessa ação, comercializando e resumindo a cultura de um povo a um objeto submetido apenas a um valor. Em busca do lucro, as empresas recorrem a modelos estereotipados, que são bem vistos pelo público alvo dos produtos. Entretanto, não é possível responsabilizar a população consumidora, pois grande parte dela não possui o conhecimento adequado no que tange o assunto e, por estarem introduzidos em uma sociedade capitalista, sentem-se excluídos por não seguirem à massa que está obrigatoriamente envolta nos anseios da classe que está lucrando com esse processo.
Ademais, existe uma escassez de informações nas escolas quanto ao ensino das culturas progressivamente apagadas no decorrer da história do Brasil. Os educadores não prezam por um ensino focado na garantia de conhecimentos históricos e sociais, especialmente por conta da cartilha conteudista que afeta toda a educação nacional. Nesse sentido, para o pedagogo Paulo Freire, a falta de uma educação adequada contribui para a não mudança de uma sociedade, o que garante a perpetuação de atos que impliquem na contínua deturpação da cultura dos povos presentes no Brasil.
Infere-se, portanto, a necessidade de medidas que mitiguem os efeitos negativos propiciados pela apropriação cultural no Brasil. Cabe ao Ministério da Educação, responsável pela gerência educacional, em parceria com a Secretaria de Cultura, a realização de oficinas que possibilitem o amplo conhecimento da mensagem de inclusão e respeito, por meio de palestras e apresentações artísticas com personagens pertencentes à cultura específica, visando o melhor ensinamento das diferenças existentes no Brasil, a fim de ampliar o respeito as diferenças que existem nesse compartilhamento cultural.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Aqui está a minha análise da sua r[…]

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