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Por fab1an4
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Proteção, carinho e um lar são princípios básicos que uma boa família pode oferecer a seus filhos, garantindo seu bom desenvolvimento. No entanto, crianças que estão em abrigos, orfanatos ou semelhantes, esperando para serem adotadas, não têm contato com isso de imediato, e serem acolhidas por uma família é uma forma deles criarem laços mais singelos com os seus e capaz de mudar suas vidas para sempre. Assim sendo, convém analisar os principais aspectos da questão da adoção no Brasil, a fim de entender suas responsabilidades e sua importância para a transformação social.

Desse modo, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, existem cerca de 5 mil crianças disponíveis para serem adotadas no país. Logo, são milhares de pessoas em processo de crescimento, descobrindo seus lugares como indivíduo no mundo, e por ser uma fase de tanta descoberta, deve ser conduzida com muito cuidado, ainda mais que as crianças em situação de adoção muitas carregam traumas do passado, e estão em uma situação mais vulnerável. Dessa forma, o processo de acolhimento necessita ser direcionado da maneira mais responsável possível, visto que elas não podem se sentir expostas, abandonadas ou como um peça de vitrine que uma família vai lá e a escolhe, isso é inadmissível que ocorra, pois um choque nesse período da vida pode desencadear impactos sócio emocionais que ficarão marcados para sempre na mente desses pequenos.

Somado a isso, no Brasil, dados indicam que as famílias, na hora de adotar, vão em busca de um ideal não condizente com a realidade, muitas preferem adotar apenas bebês, quando a maioria das crianças disponíveis já não são tão pequenas. Com efeito, quem está em busca de um lar e é mais velho, fica em uma situação entristecedora, visto que é gerado um sentimento de que jamais serão acolhidos se completarem idade. Percebe-se que a preferência das famílias em quererem apenas os mais novos, ocasiona uma situação psicológica nas crianças de achar que o fato crescer é um problema, pode causar exclusão ou abandono, quando não deveria ser assim, caso as famílias fossem em busca de novos horizontes, novas perspectivas as escolhas delas mudariam a vida de jovens que se sentem desamparados de uma forma grandiosa.

O Juizado da Infância e da Juventude deve, portanto, intensificar suas políticas públicas de incentivo à adoção de crianças mais velhas. Por meio de uma atuação conjunta com o conselho tutelar, com campanhas como a de “Adote um Boa noite”, promovida pela vara da infância de São Paulo, que visa incentivar o acolhimento das crianças que têm mais de sete anos, campanhas como essa proporcionam a chance de pessoas que geralmente não são escolhidas no processo de adoção terem um lar, uma família. Naturalmente, atitudes como essa contribuem para uma maior igualdade, assistência e oportunidade para os jovens que mais precisam de apoio em um processo que já é tão delicado.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

@Igorfs, Aqui mb @glauberx1

Por favor, poderiam corrigir? Grata🤗 eurodrigo […]

Oi. Ainda hoje eu tento corrigir sua redaç[…]

Spayke , Oi bom dia, eu como só sou um es[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

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