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INTRODUÇÃO
Desde Antiguidade Clássica, diversas civilizações praticavam a adoção, e no Brasil não seria diferente ao longo da nossa história. Em nosso país, com avanço das leis, a prática de adoção de crianças e adolescentes vem sendo aprimorados. Entretanto, esta questão ainda carrega um caráter discriminatório no instante que o adotante é muito exigente, e também há um preconceito cultural de muitas famílias.

DESENVOLVIMENTO 1
Primeiramente, escolher uma criança com base na cor, cabelo ou nacionalidade, apresenta um cunho racista. Em 2017, cerca de 28% dos pretendentes no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) só aceitavam acolher um filho adotivo caso fosse branco. Nesse contexto supracitado, revela como esse assunto deveria está em pauta na população brasileira, se quisermos garantir a igualdade para todas as crianças. Portanto, ser criterioso de mais, corrobora na desigualdade social.

DESENVOLVIMENTO 2
Em segundo lugar, existe um preconceito de muitas famílias, pôs não consideram, ou não dão o mesmo valor a crianças e adolescentes adotivos em relação aos biológicos. Segundo o psicólogo, Schettini Filho, há em nossa cultura uma supervalorização da ligação hereditária. Nessa perspectiva, o nosso meio cria mitos como o do amor maternal incondicional, vinculando o afeto a uma característica genética. Assim, muitos cidadãos optam por não adotar, agravando o número de indivíduos na fila para ser acolhido por um casal.

CONCLUSÃO
Logo, faz-se imprescindível solucionar tal problema com a finalidade de aumentar a quantidade de casais com pretensão de adotar e acabar com a discriminação. Sendo assim, realizar campanhas nos maiores meios de comunicação, como as redes de televisão, com pessoas públicas contando história de adoção e incentivando tal ato, ajudando a quebrar o preconceito existente. Ademais, deve-se fazer campanhas midiáticas com intuito de diminuir o racismo, fazendo assim, abaixar as exigências com tom discriminatório. Dessa forma, será possível reduzir a longa espera de uma criança ou adolescente para ser adotado.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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