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Enquanto na Renascença,os corpos considerados ideais apresentavam um formato mais corpulento,quadris largos e abdomens avantajados,na modernidade a aversão a esse tipo de corpo torna-se cada vez mais presente na sociedade brasileira por isso a questao da padronização estética pode ser um grande influenciador para que perpetue esse preconceito a pessoas gordas sem contar a grande participação de uma lei específica para o combate disso.

Em primeiro plano,a influência dos veículos midiáticos podem modificar as opiniões de seus internautas de acordo com seus interesses e objetivos podendo exercer uma visão negativa sobre eles mesmos e dos outros.Por consequinte como a escritora norte americana Naomi Wolf diz no seu livro ¨Mito da beleza¨ a fixação cultural da magreza tem induzido ,na sua maior parte mulheres,a necessidade de cultuar essa ditadura do protótipo que vem se estendendo desde do século XIX acarretando a aversão ao gordo.

Outrossim,a importância de impor uma lei rígida e eficiente como meio de direito para todos aqueles que sofrem com a gordofobia,preconceito que fere a autoimagem do outro,torna-se necessário pois não somente como está previsto no artigo 140 do código penal no qual injuriar alguém,ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro é crime mas também pelos danos psicológicos como a ansiedade e a depressão que são desencadeados pelos que enfrentam esse tipo de intolerância e podendo até mesmo causar prejuízos ainda maiores do que a própria obesidade como é divulgado pela Universidade da Pensilvânia em 2017.

Desse modo, é necessário que o Governo Federal controle de modo mais rígido os conteúdos que possam causar desequílibrios no corpo social como a aversão ao gordo,isso juntamente com a Secretaria Especial de Comunicação Social através de ações publicitárias favoráveis a inclusão social influenciando no bem-estar social.Além disso,sabendo dos efeitos nocivos á saúde devido a gordofobia e do aumento desse tipo de preconceito gradativo deve-se implementar uma lei específica que não só elaborada mas fiscalizada de modo integral pelo Poder Legislativo para atenuar esse entrave.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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