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A escritora Simone de Beauvoir disse que “O mais escandaloso dos escândalos é o que nos habituamos a eles.”. De forma análoga, pode-se afirmar que a sociedade brasileira se habituou com a situação da população de rua no país, evidenciando um impasse. Logo, tem-se como causa da condição social daqueles o desemprego e, em consequência, o “estilo” de vida insalubre.
Em primeiro plano, o alto índice de desemprego no mundo contemporâneo é um dos fatores que impossibilita a problemática de ser resolvida. Visto isso, a falta de políticas públicas voltadas à criação de novos postos remunerados afeta o desenvolvimento do país, impactando, então, nas condições de vida e saúde do povo. Ainda assim, as poucas oportunidades no mercado de trabalho, que impõe elevados padrões, impede que muitos consigam se sustentar financeiramente, tendo que buscar nas ruas suas moradas e alimentos.
Consequentemente, os habitantes de rua se tornam adeptos, involuntariamente, a um “estilo” de vida insalubre e sem acesso às necessidades básicas. Consoante ao exposto, os Direitos Humanos, promulgado em 1948 pela ONU, afirmam que todos possuem direito à moradia e bem-estar. Contudo, no Brasil, as mais de 221 mil pessoas que vivem em vias públicas não foram agraciadas com essa garantia, dados do Ipea. Além disso, por estarem em locais abertos, sofrem com tempestades, fome e preconceitos, contrastando com a lei em que, supostamente, também estão inseridos.
Torna-se evidente, portanto, que o atual cenário da população brasileira precisa de mudanças. Para isso, cabe ao Estado construir alojamentos coletivos, com banheiros completos e camas, destinados aos moradores de rua, por meio da redistribuição de verbas e, junto a ONGs voltadas para esse campo, reunir cestas básicas, a fim de fornecer e certificar que esses terão suas necessidades básicas. Ademais, nessas acomodações, eles terão ajuda de voluntários para se reinserirem na sociedade e, posteriormente, no mercado de trabalho. Somente desta maneira, a realidade do Brasil não será mais igual à descrita por Simone de Beauvoir.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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