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#38083
Baseado no princípio da isonomia, entende-se que, para haver desenvolvimento em uma determinada sociedade, o corpo social deve usufruir dos mesmos direitos, tais que garantam o apropriado convívio entre os cidadãos e, com plenitude, preencha as lacunas intrísecas aos impasses que interferem no progresso comunitário. No entanto, quando se observa o Brasil, hodiernamente, vê-se que tal conceito não é praticado, uma vez que a saúde pública expõe entraves que dificultam na prática do fundamento isonômico. Esse contexto inverso é autoria tanto da banalização na gestão pública, quanto da ausência de investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). À vista disso, faz-se mister o debate sobre esses tópico, a fim do pleno bem-estar social.
Primeiramente, é imprescindível enfatizar que o revés da saúde pública é oriundo da pouca atuação dos setores estatais, os quais deveriam propiciar mecanismos para mitigar essa ocorrência. Consoante aos filósofos contratualistas, o Estado foi criado para assegurar os direitos dos homens, eliminar condições de desigualdade e, assim, promover a coesão social, o que não ocorre no país. Devido à baixa ação estatal, a saúde pública brasileira passa a ser cada vez mais sucateada, visto que a ineficiente administração acarreta no detrimento de recursos hospitalares, assim, tornando o acesso à saúde desigual. Desse modo, torna-se imperiosa uma atividade mais efetiva do departamento administrativo em prol ao Sistema único de saúde.
Ademais, é válido ressaltar a carência de investimentos no SUS como consequência da polêmica gestão. Nesse contexto, de acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), o Brasil é um dos países que menos investe nesse setor e cerca de R$ 2 bilhões dos R$ 10 bilhões de verbas concedidas pelo governo e que deviam ser destinada para a saúde pública foram desviados dos hospitais comunitários, o que evidencia o descaso dos setores estatais para com os indivíduos e a negligência do direito constitucional à vitalidade. Esses aspectos corroboram na polêmica e no imprestável gerenciamento do bem-estar da população nacional.
Assim, medidas executáveis são necessárias para uma amenização ou possível superação do problema. Portanto, é mister que o Congresso Nacional, em parceria com o Tribunal de Contas da União, por meio não só de um ampliamento na lei de Diretrizes Orçamentárias, mas também com relatórios eficientes para analisar as verbas, invistam e administrem o que é destinado para a área da saúde comunitária, com o desígnio de mitigar tal desordem e garantir a todos seus direitos constitucionais.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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