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Na telenovela "Eta Mundo Bom!", exibida na Globo em 2016, observa-se a história de Ana Lima, personagem interpretada pela atriz Débora Oliveira, que vive um relacionamento abusivo com seu marido Severo interpretado por Tarcísio Filho. Depois de anos de casamento, Severo passa a agredir sua esposa, que apenas implorava por condições melhores para criar a filha mais nova do casal. Apesar da história fictícia ser ambientada nos anos 40, relatos semelhantes ainda podem ser vistos na atualidade. Um motivo para que tal ato ainda perdure é a descredibilidade da palavra da mulher ao denunciar, o que gera ainda mais desencorajamento.
É evidente que no Brasil existem canais para a denúncia de violência doméstica, porém, eles não resolvem o problema. Segundo pesquisa do Instituto Datafolha, durante a pandemia de covid- 19, uma em cada quatro mulheres sofreu violência doméstica no país. Todavia, esse número pode ser ainda maior, devido a dificuldade enfrentada por algumas mulheres para denunciar, ou ainda a descredibilidade de sua palavra. Isso ocorre muitas vezes pelo agressor ser um membro da própria família ou algum conhecido próximo, fazendo com que a mulher seja taxada como louca e/ou oportunista.
Ademais, um caso que ficou muito conhecido no país e que reforçou ainda mais o desencorajamento a denúncia foi o de Mariana Ferrer. Nele, Mariana foi drogada e estrupada por um empresário durante um evento em Florianópolis-SC. Entretanto, apesar de todas as provas existentes, o acusado foi absolvido, sob alegação de "estrupo culposo", quando não há a intenção de estrupar, o que claramente não passou de uma manobra da justiça para proteger o homem em questão. Casos como esse reforçam o machismo estrutural presente na sociedade, e desencoraja vítimas a denunciarem.
Em suma, tendo em vista os problemas apresentados e ademais, medidas precisam ser tomadas. O Governo Federal, através da criação de lei para a proteção de vítimas, deve assegurar que alegações como "estrupo culposo" não voltem a se repetir, condenando criminosos de acordo com seus crimes, para que as vítimas sintam-se encorajadas a denunciarem seus agressores. Assim, casos fictícios como o de Ana não se tornarão realidade, e todo o sofrimento e humilhação de Mariana não terá sido em vão.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Anna1 xIsabellasz vingrid KarllaViit Pe[…]

se puderem corrigir essa redação, fi[…]

Parabéns amiga! :)

O quadro expressionista "O grito" do pin[…]

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