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No livro “É assim que acaba” de Colleen Hoover , retrata a vida de Lily Bloom, uma mulher que cresceu em um lar abusivo, do qual não entendia o motivo de sua mãe aceitar tais agressões e continuar com seu pai. Nesse sentindo, ao longo da trama, faz-se presente os motivos que levam a mãe de Lily a aceitar tal comportamento de seu marido. Fora da ficção, é fato que tal realidade é análoga a sociedade brasileira. Nesse âmbito, se faz necessário analisar a problemática dessa situação tendo em vista a misoginia e a negligência acerca da segurança das vítimas.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que a mulher é alvo diário de agressões, preconceitos e abusos, seja ele abuso psicológico ou físico. Por consequência, a misógina é umas das principais causas das agressões sofridas por mulheres, tendo em vista, que tal ódio e preconceito são frutos de uma visão sexista masculina, que tem em mente uma ideia hereditária de mulher submissa, do qual acabou sendo normalizada com o passar dos anos. De acordo com a socióloga Hannah Arendt “Quando uma atitude agressiva ocorre constantemente, as pessoas param de vê-la como errada”, visto que alguns agressores justificam seu comportamento com frase como “A culpa é dela.” ou “Ela estava pedindo por isso.” tentado assim achar um meio de normalizar suas atitudes.

Em segundo lugar, é fractual pontuar que durante a pandemia houve um aumento no número de denúncias e ocorrências de feminicídio. Isso ocorre em decorrência da negligência governamental em relação a segurança das vítimas, visto que a uma demora considerável em julgar os casos que se enquadram na Lei Maria da Penha. Nesse sentido, ao denunciar o caso de agressão, em determinadas ocorrências, sucede-se a emissão de uma medida protetiva, a qual muitas vezes não é respeitada pelo agressor. De acordo com o Portal de Notícias G1, pedidos de medidas protetivas aumentaram 14% no primeiro semestre de 2021, contudo o número de medidas negada cresceu também.

Portanto, é visível que medidas sejam tomadas para amenizar o quadro atual. Assim para que haja uma diminuição nos casos, é necessário que Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos atue por meio do Ligue 180, que a partir da mídia, executem propagandas e reportagens, com a finalidade de apresentar meios para que denúncias sejam feitas. Ademais, ainda dentro do mesmo panorama, cabe ao Governo, por meio de órgãos policiais ficarem atentos a segurança e ao pedido de socorro feito pelas vítimas. Logo, a partir dessas medidas, será possível combater tais criminosos e conscientizar as vítimas que sofrem tais abusos, tornando assim visível que elas não estão sozinhas.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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