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O recente vídeo que mostra a agressão de Pamella Holanda por seu marido, DJ Ivis, repercutiu intensamente nas redes sociais e movimentou à tona diversas reflexões acerca da persistência da violência contra a mulher. Dessa maneira, é expresso que esse mazelo encontra-se evidente na contemporaneidade, e ainda mais explícito pela presença das mídias. Assim, é possível perceber que essa adversidade continua provindo da existência que remanesce intensa do patriarcado e do machismo na sociedade brasileira, bem como a insuficiência de medidas protetivas efetivas do governo e voz ativa às minorias. Logo, corrobora-se um ciclo de violência infindável, órfão de soluções.

Em primeira perspectiva, destaca-se a estrutura social patriarcal e o machismo presentes na comunidade. Nesse viés, eles são asseverados através do tempo pois estão infimamente atrelados ao âmago político e social do Brasil, fato que torna visível o que defende o filósofo Immanuel Kant: segundo seu conceito de imperativo categórico, o ser humano deve agir como forma de lei universal – ou seja, de maneira que siga a ética, e não algum tipo de moral (seja ela cultural, religiosa ou política). Isso posto, é visível que no país inferem-se a moral e o senso comum, que por sua vez nasceram diretamente do preconceito e da ignorância acerca do conceito sociocultural da nação, perdurando situações de violência e as ignorando por serem vistas como algo banal e não problemático. À exemplo disso, seguem-se variadas situações de violência, até mesmo em rede midiática nacional, como os casos ocorridos no reality show Big Brother Brasil 20; fato que evidencia a necessidade urgente de educação política e social à população e a deliberação de novas práticas que visem tornar o sistema judiciário mais eficiente, visto que o homem que cometeu os abusos em televisão aberta, o influencer Pyong Lee, ainda está livre e sem nenhum prejudício em sua carreira.

Nesse ínterim também se constata a insuficiência das medidas tomadas pelo governo e a falta de voz para as minorias sociais. Em vista disso, recorre-se ao pensamento do filósofo contemporâneo Jacques Derrida, que, ao estudar a teoria de Imannuel Kant citada acima e o conceito da Paz Perpétua, defende que para a verdadeira harmonia da sociedade é imprescindível a consolidação de um novo direito natural: o direito à filosofia. Segundo o filósofo, esse novo direito garantiria à sociedade repensar suas antigas estruturas e daria voz ativa para aqueles que não a possuem – é um conceito que possui intensa consonância com a realidade brasileira, visto que casos conhecidos a nível nacional, como o da influencer Mariana Ferrer, terminam de forma considerada injusta e nefasta devido a justiça não possuir instrumentos que possam mitigar entraves como esse, baseados em preconceitos de gênero. Portanto, elucida-se que são necessários a maior participação feminina na política, concomitante à revisão de diversas queixas no Conselho Nacional de Justiça e uma reforma no sistema judiciário brasileiro, assim provendo desfechos justos e a validação das vítimas em situações de violência contra a mulher.

Em resumo, é premente a formulação de diligências para pôr fim a esse obstáculo. Por isso, o Ministério da Educação, em parceira com o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e o Conselho Nacional de Justiça, juntamente com o Congresso Nacional devem promover a inserção na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) o itinerário formativo “Educação política e social”, que visa abordar os preceitos e falhas sociais no Brasil, bem como a criação da Lei Contra a Difamação com Base no Gênero, onde será previsto como crime no Código Penal o descrédito de uma mulher com base em fatos supérfluos e misóginos, atrelados a visão social do seu gênero. Através de projetos de leis revistos com base nas reclamações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo Congresso Nacional e programas educativos com materiais pedagógicos, a população por fim será educada acerca dos imbróglios dessa temática e também obterá o exercício mais pleno da justiça comunitária, ao prevenir casos de violência institucional projetados pelo sistema. Por conseguinte, será o fim de casos como os de Pamela Hollanda e Mariana Ferrer, e o início de um Brasil mais justo e seguro para as mulheres da nação.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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