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De acordo com o inciso I do artigo 5° da Constituição Federal, homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos dessa Constituição. Entretando, no Brasil, infelizmente, esse é um artigo que muitos discordam, levando a violência contra a mulher ser algo persistente. Esse é um modelo de sociedade que traz diversas consequências, como a constante ideia das mulheres serem vistas como cidadãs inferiores cuja vontade tem menos validade que as demais, fruto da herança social conservadora e da falta de consientização da comunidade.
A princípio, a violência contra a mulher, do ponto de vista histórico brasileiro, é herdado de uma cultura com raízes em uma sociedade escravocrata, construída a partir de um modelo colonizador que aqui se instalou. São constantes as notícias sobre assédio sexual sofrido por mulheres em espaços públicos e privados, demonstrando a normalidade da postura machista da sociedade brasileira, que é comprovada quando a mulher, chegando à delegacia, é acusada de provocar a situação, graças à roupa que estava vestindo.
Ademais, de acordo com o historiador Julles Mechelet, a missão da mulher, ainda no século XIX, era devotar-se tudo aceitar e saber resignar-se, enquanto que o homem era tido, por definição, como fogoso, impietoso e transbordante de energia física e sexual. Aparentemente, atualmente, essa é uma ideia que tem tido continuidade, apesar do passar dos tempos, resultando da falta de ensinamento desde pequenos, tanto da parte educacional, em escolas e colégios, quando da parte familiar.
Portanto, fica claro que medidas são necessárias para atenuar essa problemática. Em vista que, a sociedade sofre com a herança social e falta de consientização. Cabe aos professores e diretores, juntamente com emissoras de TV aberta, promoverem companhas de apoio a igualdade de gênero, por meio promover a consientização. Cabe também ao governo, aplicarem corretamente a lei, abrindo novas delegacias para o apoio da mulher e punir severamente o violentador. A fim de criar uma sociedade mais estável e consciente, para que, enfim, tenhamos igualdade de gênero, e, assim, diminuir a violência contra a mulher na sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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