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#61498
A Constituição Federal, norma de maior hierarquia no meio jurídico, prevê a todo o cidadão o acesso à segurança. No Brasil, entretanto, a persistência da violência contra a mulher configura como um relevante entrave a essas prescrições. Sob esse aspecto, convém destacar as principais causas desse desafio para a sociedade civil.

Inicialmente, é fulcral pontuar que o problema deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Nessa perspectiva, segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, contudo, isso não ocorre no Brasil, pois devido à falta de atuação das autoridades percebe-se, por exemplo, mulheres sendo agredidas e violentadas todos os dias. Logo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar o medo que as vítimas têm de denunciar como promotor do problema. Nesse sentido, segundo o IBOPE, cerca de, 70% não denunciam por temer o agressor, uma vez que elas sofrem não só violência física, mas também violência verbal (como agressões), o que prejudica seu psicológico. Assim sendo, estamos distantes de uma nação igualitária e justa, haja vista que o medo é um fator decisivo que retarda a resolução desse quadro deletério.

Portanto, com o intuito de mitigar a problemática, necessita-se que o Estado – como agente fornecedor de direitos mínimos – atente-se mais a este cenário nefasto e crie leis que condene mais severamente qualquer prática de violência doméstica, por meio de reuniões e discussões governamentais com o fito de combater o impasse de forma precisa e democrática. Além disso, o Ministério da Saúde deve apoiar as vítimas mediante consultas e palestras com psicólogos nos postos de saúde a fim de estimulá-las a expor o agressor. Desse modo, os brasileiros, principalmente, as mulheres verão os direitos garantidos pela Carta Magna como uma realidade próxima e o problema poderá ser uma mazela passada na história brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#61645
@luanmse, aqui está!

Introdução
A Constituição Federal, norma de maior hierarquia no meio jurídico, prevê a todo o cidadão o acesso à segurança. No Brasil, entretanto, a persistência da violência contra a mulher configura como um relevante entrave a essas prescrições. Sob esse aspecto, convém destacar as principais causas desse desafio para a sociedade civil.
Boa introdução, mas seria interessante citar seus dois argumentos que posteriormente desenvolverá nos desenvolvimentos. Assim, o projeto de texto fica bem explícito!

Desenvolvimento 1
Inicialmente, é fulcral pontuar que o problema deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Nessa perspectiva, segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, contudo, isso não ocorre no Brasil, pois devido à falta de atuação das autoridades percebe-se, por exemplo, mulheres sendo agredidas e violentadas todos os dias. Logo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Bom desenvolvimento, tente se aprofundar um pouco mais na argumentação.

Desenvolvimento 2
Ademais, é imperativo ressaltar o medo que as vítimas têm de denunciar como promotor do problema. Nesse sentido, segundo o IBOPE, cerca de, 70% não denunciam por temer o agressor, uma vez que elas sofrem não só violência física, mas também violência verbal (como agressões), o que prejudica seu psicológico. Assim sendo, estamos (1) distantes de uma nação igualitária e justa, haja vista que o medo é um fator decisivo que retarda a resolução desse quadro deletério.
1 - Seja impessoal. Use terceira pessoa!
Bom desenvolvimento também, mas aprofunde-se na argumentação.


Conclusão
Portanto, com o intuito de mitigar a problemática, necessita-se que o Estado (2) – como agente fornecedor de direitos mínimos (3) – atente-se mais a este cenário nefasto e crie leis que condene mais severamente qualquer prática de violência doméstica (4), por meio de reuniões e discussões governamentais (5) com o fito de combater o impasse de forma precisa e democrática (6). Além disso, o Ministério da Saúde (7) deve apoiar as vítimas mediante consultas e palestras com psicólogos nos postos de saúde (8) a fim de estimulá-las a expor o agressor (9). Desse modo, os brasileiros, principalmente, as mulheres verão os direitos garantidos pela Carta Magna como uma realidade próxima e o problema poderá ser uma mazela passada na história brasileira.
2 - Agente
3 - Detalhamento
4 - Ação
5 - Meio
6 - Efeito
7 - Agente
8 - Ação
9 - Efeito
A primeira proposta está completa.


Texto muito bom, mas atente-se a pontuação, aprofunde-se na argumentação e seja impessoal. Bons estudos...
Atenciosamente,
Ashiley

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No Big brother Brasil 21, a participante Karol Con[…]

Ash, eu ia corrigir o seu texto agora, mas infeli[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

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