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#56227
É notável o alto índice de casos e denúncias relacionados à violência contra a mulher. Em 2020, foram registradas mais de 105 mil delações na Central de Atendimento à Mulher e no Disque Direitos Humanos, possibilitando a percepção de seu aumento em meio à pandemia da Covid-19. A violência contra a mulher deveria ser priorizada na sociedade brasileira, pois mata e causa sofrimento à vítima, podendo traumatizá-la. Apesar das leis que defendem essa questão, o número de violentadas não para de crescer, aumentando os riscos de feminicídio.
O Brasil está em 5° lugar no ranking de feminicídio no mundo no contexto de violência doméstica e bateu recorde de registros de estupro em 2018. Em razão disso, é perceptível que apenas as leis existentes que defendem as mulheres não é o suficiente para o combate a este problema. Grande parte da sociedade não possui consciência dos riscos que este gênero percorre todos os dias, desrespeitando formas de tentativas de protegê-lo, como o Vagão Rosa, feito para o uso exclusivo de mulheres com o intuito de evitar a violência sexual no transporte público, sendo frequentemente ocupado por homens.
Segundo estatísticas, a cada dois minutos uma mulher é vítima de violência doméstica no Brasil. Após o isolamento social, estabelecido devido à pandemia do novo Coronavírus, o número de denúncias subiu cerca de 50%, pois muitas mulheres passaram a conviver com seus agressores. Embora seja possível obter estimativas relacionadas às agressões sofridas diariamente, não é possível obter um número exato, pois ainda há o medo de denunciar, fazendo com que nem todos os casos sejam contabilizados. Muitas mulheres exitam em delatar, porque dependem dos companheiros para sustentar a si e a sua família, prolongando o convívio com o agressor, a violência e as ameaças frequentes.
Portanto, é necessário que sejam criadas leis mais rígidas para a proteção das vítimas, além de punições severas àqueles que desrespeitarem formas de evitar toda forma de violência contra a mulher, para que assim, seja possível diminuir o número de violentadas.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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