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#48046
           São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. Porém, a questão da persistência da violência contra a mulher contraria o ponto de vista do filósofo, uma vez que, no Brasil, esse grupo é vítima de discriminação constante. Nesse contexto, tornam-se evidentes, como causas, tanto a insuficiência de leis quanto a impunidade.
          Em primeiro plano é preciso atentar para insuficiência legislativa presente na questão. O filósofo John Locke defende que "as leis fizeram-se para os homens e não para as leis". Ou seja, ao ser criada uma lei, é preciso que ela garanta a melhoria na vida das pessoas em sua aplicação. Entretanto, ao falarmos sobre a violência contra a mulher, a Lei Maria da Penha  não tem sido suficiente para resolver este óbice, tendo em vista que, nas últimas 3 décadas, houve um aumento de mais de 200% no número de casos de mulheres vítimas de assassinato.
            Outrossim, a injustiça ainda um grande impasse para a resolução do problema. Nesse viés, conforme Martin Luther King "a injustiça num lugar qualquer é uma ameaça a justiça em todo lugar". Segundo o Conselho Nacional de Justiça, dos 333.000 casos de violência contra a mulher que chegaram aos juizados, só 34% foram julgados e apenas 1580 prisões preventivas foram decretadas. Desse modo, há a generalização da impunidade e a prevalência do sentimento de insegurança, o que dificulta o combate destes crimes.
             Para resolver a problemática, é necessário que o Ministério da Justiça e Ministério da Saúde realizem ações de punição e atendimento psicológico aos agressores e vítimas. Enquanto este se daria em PSFs por meio de acompanhamento profissional no tratamento pós-trauma, aquele aconteceria por meio da agilização dos processos em aberto, a fim de garantir que o cenário injusto da sociedade brasileira seja modificado e de trazer confiança para que as mulheres sintam-se encorajadas á lutar pelos seus direitos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 120

Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

#48096
@Ketleyx

São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas precisam ser tratadas com a mesma importância. Porém, a questão da persistência da violência contra a mulher contraria o ponto de vista do filósofo, uma vez que, no Brasil, esse grupo é vítima de discriminação constante. Nesse contexto, tornam-se evidentes, como causas, tanto a insuficiência de leis quanto a impunidade.
Boa introdução, nada a dizer.

Em primeiro plano é preciso atentar para insuficiência legislativa presente na questão. O filósofo John Locke defende que "as leis fizeram-se para os homens e não para as leis". Ou seja, ao ser criada uma lei, é preciso que ela garanta a melhoria na vida das pessoas em sua aplicação. Entretanto, ao falarmos (Seja impessoal. 1° pessoa não!) sobre a violência contra a mulher, a Lei Maria da Penha não tem sido suficiente para resolver este óbice, tendo em vista que, nas últimas 3 décadas, houve um aumento de mais de 200% no número de casos de mulheres vítimas de assassinato.
Bom desenvolvimento, mas não é necessário inserir dois repertórios em um mesmo parágrafo e o segundo não foi explicado adequadamente. Sua argumentação está rasa também.

Outrossim, a injustiça ainda é um grande impasse para a resolução do problema. Nesse viés, conforme Martin Luther King "a injustiça num lugar qualquer é uma ameaça a justiça em todo lugar". Segundo o Conselho Nacional de Justiça, dos 333.000 casos de violência contra a mulher que chegaram aos juizados, só 34% foram julgados e apenas 1580 prisões preventivas foram decretadas. Desse modo, há a generalização da impunidade e a prevalência do sentimento de insegurança, o que dificulta o combate destes crimes.
O repertório do Martin Luther King não foi explicado, você não argumentou sobre e o segundo repertório também não foi. Sua argumentação está muito fraca.

Para resolver a problemática, é necessário que o Ministério da Justiça e Ministério da Saúde (agente) realizem ações de punição e atendimento psicológico aos agressores e vítimas (ação). Enquanto este se daria em PSFs por meio de acompanhamento profissional no tratamento pós-trauma, aquele aconteceria por meio da agilização dos processos em aberto (meio/modo), a fim de garantir que o cenário injusto da sociedade brasileira seja modificado e de trazer confiança para que as mulheres sintam-se encorajadas á lutar pelos seus direitos (efeito/finalidade).
Sua proposta falta o detalhamento.

Melhore principalmente na argumentação e trabalhe como tornar o repertório produtivo, melhore também a proposta de intervenção. ;)
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