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Nesse ano de 2021 o Brasil passa pela sua segunda grande crise energética em 20 anos. O Apagão de 2001 e a crise atual apresentam as mesmas raízes, sendo elas a dependência da matriz hidráulica e a escassez de água devido à seca, afetando a vida da polução e a produção industrial. Durante esses 20 anos as medidas implantadas não foram capazes de evitar a presente situação. O país é contemplado com diversos recursos naturais, entretanto, esta realidade é abafada pelo mal planejamento e a falta de investimentos em novas fontes de energia.

Segundo o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Reive Barros, 83% da matriz energética do país é oriunda de fontes renováveis. Liderando em disparada, a energia hidráulica representa 63,8% de fonte produzida, seguida da eólica com 9,3%, da biomassa e biogás com 8,9% e por fim da energia solar centralizada com 1,4%. A utilização de fontes renováveis é muito importante para a sustentabilidade e evita a poluição atmosférica, todavia, a dependência da matriz hidráulica é um fator de risco, visto que o país enfrenta uma seca, e o volume das chuvas tornou-se incapaz de atender a necessidade de produção energética.

Além disso, a pandemia teve papel crucial para a formação da crise atual, visto que durante um longo período as industrias diminuíram consideravelmente suas produções, logo seu consumo de energia. Com a abertura da economia e o retorno dos trabalhos ouve uma sobrecarga na demanda de energia. Como forma de solucionar os problemas, ao menos por um período, o Brasil aumentou o volume de energia importada do Uruguai e Argentina, destinando uma grande quantia de dinheiro para tal, e intensificou a produção das usinas termelétricas, que para além de poluir o meio ambiente aumentou as contas dos brasileiros. O cenário atual seria diferente se o todo o dinheiro investido na importação, antes da chegada da crise, fosse destinado para o investimento em outras matrizes energéticas.

Para amenizar as consequências da crise elétrica no país e reverter a situação que perdura a tantos anos o governo deve investir no desenvolvimento de novas fontes energéticas, em especial, na energia solar. Em primeira instância, através de uma parceria entre o Ministério de Minas e Energia e os bancos, faz-se necessária a criação de incentivos creditícios, a fim de influenciar a população brasileira a investir na sua própria energia solar, o que a longo prazo diminuirá o valor tributário que cada trabalhador paga pela energia elétrica. No campo industrial, além da energia solar é recomendável o investimento na energia eólica, visto que a indústria necessita de uma larga escala de energia para produção de diversos produtos. O investimento diminuirá a dependência de matriz hidráulica presente no país, diminuindo a probabilidade de novos apagões e estabilizando o setor elétrico.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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