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Durante o governo de Juscelino Kubitschek, entre os anos de 1956 a 1961, na qual fez um grande investimento na indústria automobilísticas, implantando um sistema rodoviário e mobilidade urbana do país. Esse período foi de grande importância para o desenvolvimento da nação, visto que lidamos com as consequências nos dias atuais. Dentre elas, destaca-se, a necessidade da mobilidade sustentável na sociedade brasileira. Após uma análise desse panorama, percebe-se que ele esta vinculado não só à inércia governamental na estruturação de projetos, mas também o deficitário incentivo nas escolas. Dessa forma, urgem intervenções estatais para solucionar esse infortúnio.

Em primeira análise, a inércia governamental na estruturação de projetos contribui para a persistência da escassa execução da mobilidade sustentável em nossa nação. Segundo ao gerente de projetos suíços e desenvolvedor de site, Cornelius Fitchner, afirmou "planejar sem agir é fútil, e agir sem planejar é fatal" esse pensamento reflete sobre a carência do planejamento de projetos para incentivar a mobilidade sustentável, o que ocorre atualmente no Brasil. Desse modo, não haverá estímulos ao uso de mobilidades sustentáveis, o que lamentavelmente, resultará em uma sociedade menos desenvolvida. Logo, é inegável que essa situação apenas intensifica, porquanto o governo não age em prol da resolução dela.

Outrossim, é incontrovertível o deficitário incentivo nas escolas na resolução dessa problemática, visto que ela persiste no contexto atual. Segundo ao filósofo brasileiro, Paulo Freire, “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda” reflete sobre o papel fundamental que a educação tem na vida dos indivíduos. Desse modo, é visível os escassos incentivos ao uso de mobilidades sustentáveis dentro das escolas e demais ambientes de ensino. Nesse contexto, é essencial superar esse paradigma que prejudica o coletivo brasileiro.

 Portanto, cabe ao Poder Executivo – órgão responsável por governar o povo e administrar os interesses públicos – desenvolver projetos que informem a sociedade da importância de agir em prol da sustentabilidade, incluindo as mobilidades. Essa medida deve ser realizada por meio de debates oferecidos por profissionais que estudam dados estatísticos sobre o problema. Com a realização dessas medidas, haverá um futuro mais justo e humano.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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