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#50782
Nota-se, conforme os anos, uma crescente necessidade de se discutir sobre a importância de manter uma saúde mental estável. A partir da Lei Paulo Delgado, sancionada em 2001, tornou-se obrigação do Estado assegurar proteção e direitos para pacientes psiquiátricos; no entanto, o objetivo desse regulamento não parece ser seguido à risca, causando negligência na vida dos portadores e a desinformação do público. Nesse contexto, é necessária a tomada de novas intervenções para solucionar a questão.
Em uma primeira análise, é válido salientar os contratempos da saúde pública no país, causados por crises políticas e econômicas. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), a porcentagem de pessoas com transtornos mentais que não possuem tratamento adequado beira a 75% e 85%. Isso evidencia que a má gestão dessa área ocasiona precariedade na condição de vida da população e, consequentemente, acarreta pontos negativos para a estabilidade do Governo, uma vez que é o seu dever garantir saúde ao seu povo.

Convém ressaltar, em segundo plano, que esse não é o único fator que torna imprescindível a discussão sobre problemas psíquicos. É possível citar a estigmatização do assunto, provinda de uma herança histórica datada da Idade Média. Essa, por sua vez, padronizou os transtornos mentais como "loucura" e ocasionou a desvalorização da saúde mental como cuidado médico essencial. A psicologia e psiquiatria tornaram-se ciências diminuídas por pessoas que confiam na desnecessariedade delas e preferem evitar tratamentos psicológicos para não serem creditadas como insanas. Consequentemente, o dano para os dados da sociedade brasileira totalizam 23 milhões de pessoas com algum transtorno.

Diante do exposto, para evidenciar a importância da saúde mental, são fundamentais mudanças na sociedade brasileira. Urge que o Ministério da Saúde desenvolva mecanismos psiquiátricos mais eficientes para amparar os pacientes que sofram com transtornos. Ademais, é preciso que haja mais campanhas publicitárias em mídias sociais para redesignar os estereótipos impostos na procura de ajuda psicológica, alcançando pacientes que, antes, se sentiam envergonhados. Dessa forma, busca-se a normalização de se ter e discutir a saúde mental.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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