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A Constituição Federal de 1988, estabelece em seu artigo primeiro, que a dignidade da pessoa humana é um direito inalienável de todos os cidadãos. Contudo, observa-se que a prática destoa do documento, dado que no tocante às práticas de linchamento virtual, no Brasil , a resolução não está sendo efeticada de modo pleno. Nesse sentido, é preciso analisar a descrença nas instituições por parte da população e a sensação de impunidade criada pelo seio virtual. Estas são as principais impulsionadoras dessa problemática e precisam ser resolvidas.
Primeiramente, há uma desmoralização da justiça e da Policía na nação. Conforme o filósofo grego Pirro de Elis, ceticismo é qualquer atitude de questionamento para com as crenças ou leis estabelecidas. Nesse viés, por não ser raro ver algum policial envolvido em algum crime, parte da população passa a desconfiar das instituições de direito, em razão de não se sentirem respaldadas pela justiça social do país. Sendo assim, ocorre a criação de condições favoráveis ao revigoramento de formas arcáicas de punição, como o linchamento, em especial na internet, de maneira a sonegar a vítima o privilégio de ser julgada por um juiz imparcial.
Outrossim, grande parte dos usuários das redes sociais acreditam serem passíveis de punição pelo anonimato promovido pela web. Isso,contrapõe-se a Lei de número 13.185,presente na Carta Magna de 1988, a qual institui o combate a intimidação sistemática em todo o território nacional. Haja vista, que por estarem nas "sombras" os internautas sentem-se livres para julgar eventos do cotidiano, quase como um inquérito público, mas no seio virtual. Desse modo, uma onda de moralismos e prejulgamentos é desencadeada e , consequentemente , cria um círculo de violência. Por certo essa prática precisa ser combatida.
Infere-se, portanto , que o Ministério da Justiça e Segurança Pública atuem no combate à corrupção e a ações de violência, mediante o Concelho Nacional de Segurança Pública, na fiscalização de policiais e servidores da lei, para que a confiança para com os orgãos da justiça seja reestabelecida. Ademais, é primordial a ação das Secretárias de Educação, na promoção de "Workshops" nas escolas, estes destinados a cultura e respeito, por meio de psicólogos e pedagogos, com fito de que a boa convivência e empatia perante às divergencias seja feita na web.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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