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#59785
A Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança, saúde e ao bem-estar social. No entanto, o aumento contínuo das pessoas em situação de rua impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nesse contexto, não há dúvida de que a marginalização das pessoas que moram nas ruas é um grande desafio no Brasil, o qual ocorre, infelizmente, devido não só ao descaso do Estado, mas também com a falta de empatia dos demais cidadãos.
Em primeiro ponto, deve-se apontar a negligência estatal como causa determinante para a problemática. De acordo com a Constituição Federal de 1988, o Estado deve acabar com a pobreza e a marginalização. Porém, o poder público é ineficaz em assegurar tal direito, visto que não toma providências para mudar a realidade de pessoas em situação de rua, como gerar mais empregos e investir em moradia e sustento. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o número de pessoas em situação de rua no Brasil cresceu 140% chegando a quase 222 mil pessoas. Diante do exposto, é notório que o país está em uma situação crítica em relação a quantidade de pessoas morando nas ruas, logo, é indiscutível a importância de medidas para a solução dessa problemática.
Consoante a isso, salienta-se a falta de empatia dos demais cidadãos com essa população vulnerável como impulsionador do problema. Desse modo, observa-se como as pessoas tratam essa população com indiferença, reforçando um preconceito, não oferecendo ajuda e não exigindo do Estado melhores condições de vida para essa comunidade. De acordo com o filósofo espanhol, Adolfo Vasquez: O aumento da frequência de um determinado evento ocasionaria, erroneamente, sua naturalização. Dessa forma, um fenômeno patológico como a existência de uma grande população sem-teto, passa a ser tratado com naturalidade e indiferença. Diante a tal contexto, nota-se que a população normalizou esse alto numero de pessoas morando na rua e não tomam atitudes cabíveis para o tal.
Infere-se, portanto, que ainda há obstáculos para garantir a solidificação de politicas que visem a construção de um mundo melhor. Desse modo, é necessário uma intervenção do Ministério da Saúde e o Ministério da Segurança, que deve criar leis de proteção à pessoas em situação de rua e a fiscalização dos seus cumprimentos, com o intuito de garantir a saúde, segurança e uma boa qualidade de vida. Além disso, a sociedade deve mobilizar-se, através de movimentos de reivindicação como manifestações e e-mails de reclamação para a prefeitura, a fim de que medidas sejam tomadas. Assim, a marginalização das pessoas em situação de rua no Brasil irá diminuir gradativamente e essas serão mais protegidas por conta das novas leis.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Alfabetização

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