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#80390
A obra “O diário de Anne Frank” retrata o cotidiano de judeus que estão fugindo do nazismo, nos dois anos que os personagens passam em um esconderijo eles usufruem dos livros para passar o tempo. Fora da ficção, não ocorre o debate sobre a literacia familiar no Brasil, já que, diferentemente do corpo social da narrativa, a população desvaloriza tal problemática, sendo uma dificuldade. Essa situação degradante tem como origem inegável o distanciamento interpessoal, que reduz a relação de ensinamento entre a parentela. Assim, aprofundam essa vicissitude não só a banalização social como também a falha educacional.
Primeiramente, é importante salientar que a banalização social é causa expressa da carência de debates sobre a literacia familiar. Isso ocorre porque as atitudes coletivas da sociedade tornam as questões triviais, optando por não assumir as responsabilidades ao achar que estimular os seus filhos, sobrinhos e primos a ler é uma função da escola. Essa análise pode ser confirmada pela crônica “Eu sei, mas não devia”, escrita por Marina Colasanti, em que a autora afirma que a população moderna banaliza seus problemas sociais e normaliza a falta de oportunidade e de expectativa. Dessa forma, as vítimas desse problema são lesadas pela dificuldade de avolumar seu senso crítico.
Ademais, a falha educacional solidifica a falta de enaltecimento da leitura no território brasileiro. Essa situação surge da baixa qualidade de ensino nas residências dos cidadãos, por parte dos responsáveis pelas crianças e jovens, uma vez que eles muitas vezes não sabem como realizar tal ação de forma produtiva ou, simplesmente, não têm tempo para esse ato. Infelizmente, essa atitude prejudica a formação dos pequenos, visto que a educação é primordial, como afirmou o pensador inglês Francis Bacon, para quem “o conhecimento é, em si mesmo, um poder”, uma vez que o incentivo à leitura é fundamental para o desenvolvimento intelectual.
Portanto, percebe-se como as dificuldades da literacia familiar em debate no Brasil são aprofundadas pelo distanciamento interpessoal. Para combater esses empecilhos, é necessário que o Ministério da Educação, através de um projeto social, crie uma campanha de incentivo à leitura que trabalhe paralelamente com ações governamentais. Essa medida deve obter repercussão nacional e representante em todo o país, para que se possa cobrar também do Estado maiores ações para a melhoria da educação, com o fito de solucionar a questão. Feito isso, não será preciso viver situações drásticas, como a de Anne Frank, para poder valorizar o hábito de ler.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Excelente redação amigo.

@eurodrigo poderia dar uma olhada?

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