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A linguagem neutra em debate no Brasil

Enviado: 18 Mai 2022, 22:45
por GiovanaR
O termo "Atitude Blasé" é proposto pelo sociólogo George Simmel, em sua obra "Metrópole and Montal Life", que designa quando indivíduos agem com indeferença em situações que precisam de atenção. Nessa perspectiva, a questão da falta da liberdade de expressão sobre linguagem neutra pode ser relacionada ao termo apresentado, pois muitas das vezes é ignorada. Isso se deve, por um lado a exclusão social, e por outro a desiqualdade de gênero.
Sob esse viés, no filme "Extraordinário" é retratado um menino de 10 anos com deformidade no rosto que sofre bullying na escola apenas por ser diferente dos de mais. Paralelamente, no cenário brasileiro não é distinto da ficção, assim como pessoas que se identificam como genêro não-binário e transsexual são tratadas de maneira terrível e desprecível em algumas situações, tal como a ida aos banheiros públicos e perguntas nos locais públicos. Sendo assim, tendo um exclusão social à essas pessoas por serem quem são, e as mesmas precisam se expressar do jeito que identificam-se, como a implementação do uso da linguagem neutra no Brasil.
Além disso, no art 1° da DUDH (Declaração Universal dos Direitos Humanos) declara que todos os seres humanos nascem livres e iguais em direito e dignidade. Contudo, uma parte da população não tem o direito a se expressar por medo das consequências da própria fala. Ademais, a desigualdade social no Brasil é elevada em particular a de gênero entre homens e mulheres, no ambiente de trabalho e o pensamento partriacal de algumas pessoas. Logo, imagina-se os não-binários, transsexuais e o grupo LGBTQIA+, segundo o portal UOL 98,1% sofrem ou já sofreram algum tipo de discriminação. Dessa maneira, nota-se a negligência governamental de visar os grupos de minoria.
Portanto, é necessária uma ação para converter esse cenário. Para isso, émister que o Ministério da Cidadania crie o Projeto Diga Não ao Preconceito, por meio de verbas voltadas a implementação de oportunidades no mercado de trabalho e ambiente escolar. Ademais, no Projeto haverá psicólogos, palestras e ações sociais para os de mais que precisarem. Dessa forma, a exclusão social ocorrida no filme "Extraordinário" não acontecerá no Brasil.