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Conhecida como "Cidadã", por ter sido concebida no processo de redemocratização, a Constituição Federal foi promulgada em 1988 com a promessa de assegurar os direitos de todos os brasileiros. No entanto, apesar da garantia constitucional, nota-se que a falta da garantia do direito à moradia, configura-se como uma falha no princípio da isonomia. Sendo assim, percebe-se que o tema possui raízes amargas no país, devido não só a dificuldade de ações efetivas de políticas públicas e sociais, mas também ao preconceito enraizado e a vulnerabilidade da saúde.
Convém ressaltar, a princípio, que as políticas sociais, e as dificuldades que enfrentam, devem-se também ao fato da precariedade de dados e pesquisas sobre as pessoas em situações de rua, que são importantes para reconhecer os fatores que deixaram essas pessoas, e evitar ou controlar os problemas desde o princípio. O uso de drogas, desemprego e problemas familiares são as principais causas que deixam cidadãos expostos a violência e a doenças das ruas, que muitas vezes não procuram ajuda com vergonha ou medo do constrangimento, portanto este cenário preocupante apesar de ser considerado uma situação simples, é muito mais profundo do que imaginamos.
Ademais, o preconceito é um assunto inevitável quando tratamos das pessoas que sofrem diariamente com o abandono social. Vale lembrar, que muitos são trabalhadores, que fazem bem para a sociedade, e muitas vezes são retribuídos com violência e desprezo, ao invés de receberem apoio e incentivo para a melhoria dessa situação. Algumas cidades os tratam como “praga urbana”, um exemplo claro, ocorreu recentemente na cidade de Monte Mor, no interior de São Paulo, onde o prefeito Edivaldo Brischi (PTB), afirmou que não deixará o município "virar um lixo" ao justificar a medida de exilar os moradores de rua localizados no centro da cidade, que não tiveram tempo de pegar seus objetos pessoais e relataram que foram ameaçados com spray de pimenta, todos foram deixados em uma estrada municipal.
Dessa forma, e seguindo a Constituição, cabe aos estados e municípios promover campanhas de melhoria das condições habitacionais e a conscientização da população sobre a gravidade da situação e dificuldades enfrentadas para manter a situação controlada e evitar que pessoas acabem na rua. Portanto, o incentivo ao estudo e campanhas de controle de drogas ou antidrogas, deixando evidente os perigos causados, construção de abrigos ou albergues, apoio a projetos sociais e divulgação de histórias dos moradores de rua com intenção de humanizá-los, falando das dificuldades, angústias e sonhos, ampliação de oficinas de especializações trabalhistas e pequenos trabalhos sociais com remuneração, estas são medidas as quais devem ser implementadas o mais rápido possível devido a urgência de solução dos problemas diários da invisibilidade urbana.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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