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A automedicação é o uso de medicamentos não prescritos por um profissional da área de medicina ou odontologia para tratar doenças e sintomas autodiagnosticados. Como muitos indivíduos não possuem acesso a um plano de saúde particular e o sistema único de saúde, o SUS, tem muita demanda nos atendimentos por todo o país, na maioria das vezes estes indivíduos fazem o uso de remédios por conta própria ou por indicação de um conhecido que teve sintomas parecidos e a medicação tratou sua enfermidade. Contudo, não são pesquisados profundamente os vícios em alguma substância pela pessoa que se automedica, podendo causar desde efeitos colaterais brandos até ao óbito do paciente, contribuindo assim para a superlotação hospitalar.

Estas ações da sociedade se automedicar não são tão recentes, uma vez que em 1800 na literatura Machadiana já era citado um tipo de automedicação com o emplasto Brás Cubas, uma espécie de remédio com finalidade de curar a melancolia humana. Em se tratando das consequências causadas pela ingestão de medicamentos sem prescrição, são possíveis ver lesões no trato gastrointestinal, cirrose medicamentosa, dependência química, alergias e em casos graves, a morte. Os motores que movem essa “indústria” da automedicação, além da falta de vagas do SUS, é a influência que a mídia exerce sobre a sociedade.

Tal influência pode ser benéfica, ao espalhar e viabilizar informações com uma incrível rapidez, porém esta facilidade ao compartilhar dados pode acabar causando prejuízos ao seu consumidor, principalmente se o produto vendido tem relações com o meio médico. É evidente que as marcas de cosméticos farão de tudo para que seu produto seja comercializado, por isso, elas usam o artefato de celebridades para propagandearem suas mercadorias. Por um lado, esta mostra de artigos médicos é favorável, pois alavanca a economia brasileira, no entanto, ao olhar pelo lado negativo podemos ver que os “difusores” somente citam o lado positivo do produto, omitindo do consumidor os prejuízos que aquela droga pode ocasionar.

Tendo em vista as reclamações e os efeitos maléficos que o uso indiscriminado de medicamentos pode causar, o Procon, Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor, criou uma proposta para que nos rótulos de remédios venha em destaque quais os efeitos adversos que o fármaco pode causar. Portanto é cabido aos representantes da lei, junto com o ministério da saúde que criem uma lei que obrigue a apresentação de receita médica e multe as redes de farmácia que venham a fornecer medicamentos sem seguir o protocolo. Também é de responsabilidade destes, a conscientização da sociedade a respeito do uso irrefreado de remédio.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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vitoriaca , mesmo assim agradeço por se d[…]

Oi, perdão pela demora.. tenho estado mui[…]

Ultimamente no mundo , diminuiu muito o nív[…]

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