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#56640
Durante as grandes batalhas mundiais que ocorreram, mais exatamente na Primeira e Segunda Guerra Mundial, a atuação de profissionais da saúde era de suma importância nós campos de batalha para amparar os soldados feridos. Sob tal ótica, é substancial a necessidade de operação de médicos e enfermeiros em momentos de adversidades.
Frequentemente, pode-se notar em diversos setores da saúde pública, principalmente no Brasil, um grande sucateamento, tanto na estrutura quanto na administração. Problemas como esse, refletem na vida profissional de atuantes da saúde, pois constantemente falta equipamento de proteção individual (EPI). Logo, os médicos que, eventualmente trabalham na linha de frente contra epidemias e pandemias causadas por vírus e bactérias, ficam sem insumos médicos para protegerem-se.
É fato incontestável que, diante as grandes mazelas que acometem o sistema de saúde, às crises sanitárias se alastram mais rápido em lugares sem estruturação para à recepção de colossais patologias. Um forte exemplo que podemos citar a respeito disso, foi o surgimento da pandemia do novo Coronavirus (Covid-19) que acarretou para muitos países um colapso na área da saúde, e com isso, houve um aumento na propagação dessa enfermidade, que vitimou, principalmente, :D agentes da saúde que trabalham diretamente em contato com pessoas infectadas. Assim sendo, tais agravamentos no âmbito da saúde tornam os profissionais atuantes na área reféns da própria profissão.
Destarte, urge que membros do poder Legislativo, redija decretos que faça necessário a criação de um regime securitário para médicos e enfermeiros com o propósito de assegurar um ambiente de trabalho digno e evitar situações de calamidade no campo operacional desses profissionais. Outrossim, é cabível ao Conselho Federal de Medicina (CFM) atuar com o Ministério Público Federal (MPF) para inspecionar mensalmente clínicas e hospitais com a finalidade de assegurar que os decretos de apoio aos profissionais sejam postos em prática. Portanto, tais medidas são indubitavelmente necessárias para a erradicação do problema.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#56641
Esther2002 escreveu:Durante as grandes batalhas mundiais que ocorreram, mais exatamente na Primeira e Segunda Guerra Mundial, a atuação de profissionais da saúde era de suma importância nós campos de batalha para amparar os soldados feridos. Sob tal ótica, é substancial a necessidade de operação de médicos e enfermeiros em momentos de adversidades.
Frequentemente, pode-se notar em diversos setores da saúde pública, principalmente no Brasil, um grande sucateamento, tanto na estrutura quanto na administração. Problemas como esse, refletem na vida profissional de atuantes da saúde, pois constantemente falta equipamento de proteção individual (EPI). Logo, os médicos que, eventualmente trabalham na linha de frente contra epidemias e pandemias causadas por vírus e bactérias, ficam sem insumos médicos para protegerem-se.
É fato incontestável que, diante as grandes mazelas que acometem o sistema de saúde, às crises sanitárias se alastram mais rápido em lugares sem estruturação para à recepção de colossais patologias. Um forte exemplo que podemos citar a respeito disso, foi o surgimento da pandemia do novo Coronavirus (Covid-19) que acarretou para muitos países um colapso na área da saúde, e com isso, houve um aumento na propagação dessa enfermidade, que vitimou, principalmente, agentes da saúde que trabalham diretamente em contato com pessoas infectadas. Assim sendo, tais agravamentos no âmbito da saúde tornam os profissionais atuantes na área reféns da própria profissão.
Destarte, urge que membros do poder Legislativo, redija decretos que faça necessário a criação de um regime securitário para médicos e enfermeiros com o propósito de assegurar um ambiente de trabalho digno e evitar situações de calamidade no campo operacional desses profissionais. Outrossim, é cabível ao Conselho Federal de Medicina (CFM) atuar com o Ministério Público Federal (MPF) para inspecionar mensalmente clínicas e hospitais com a finalidade de assegurar que os decretos de apoio aos profissionais sejam postos em prática. Portanto, tais medidas são indubitavelmente necessárias para a erradicação do problema.

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