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A história do Brasil colonial, vigente entre os séculos XVI e XIX, estabelece-se como um período caracterizado pela profunda interferência europeia, a qual visava primordialmente a obtenção de lucro. No entanto, diversos aspectos marcaram expressivamente essa época em especial o processo de aculturação indígena promovido a partir da chegada dos primeiros padres Jesuítas em 1549. Sob está ótica, verifica-se que os desafios relacionados a valorização da população indígena se configuram como uma problemática na conjuntura social brasileira, devido, não só a destruição de crenças e hábitos, mas também pela influência adversa das mídias em conjunto com o desamparo governamental.

A princípio, é valido salientar que o Romantismo, movimento artístico e cultural disseminado no século XVIII, através de sua primeira geração buscou valorizar a identidade do país apresentando o índio na figura de um herói e símbolo nacional, sendo um dos principais precursores José de Alencar, autor de Iracema e O Guarani. Contudo, apesar da imensa importância tal corrente foi incapaz de anular o intenso massacre cultural promovido no pretérito, sendo notório que a repressão das crenças e hábitos das populações autóctones contribuiu expressivamente para o crescimento da discriminação para com os mesmos, os quais são alvos frequentes da disseminação de ódio e atos fisicamente violentos. Dessa maneira, o processo de enaltecimento desses grupos encontra severos entraves na sociedade contemporânea, visto que se defrontam inúmeras dificuldades na preservação do patrimônio imaterial, o qual se configura como um importante mecanismo de integração das culturas passadas, presentes e futuras.

Outrossim, é necessário considerar que o espaço cibernético se caracteriza como uma importante ferramenta de disseminação de informações, além de atuar no processo de padronização dos comportamentos. Nesse sentido, mesmo que seja ressaltado o seu papel de importância no fortalecimento das lutas pela valorização de grupos reprimidos as mídias não colaboram efetivamente para o engrandecimento dos nativos, já que diante de um mundo amplamente globalizado os recursos tecnológicos são os principais instrumentos da propagação da intolerância cultural. Logo, tal realidade é analisada por Florestan Fernandes, o qual propõe por meio de sua tese “Mito da democracia Racial” que nunca houve um processo de miscigenação igualitário, pois, lidamos cotidianamente com a inferiorização da cultura indígena. Nesse sentido, é pertinente destacar a respeito do desamparo governamental, o qual falha, indiscutivelmente, em diversos direitos referentes aos povos indígenas como cidadãos brasileiros, por exemplo, em relação à demarcação das terras desse grupo e a proteção desses indivíduos, garantias regulamentadas pela Constituição de 1988.

Portanto, é imprescindível que o Governo Federal, através do Ministério da Educação, promova a valorização da cultura indígena, por meio da reformulação da grade curricular das instituições escolares implantem um sistema de estudo, nas disciplinas de história e sociologia, que vise ressaltar a importância das tradições desses povos, agindo em consoante com o auxílio de índios que se disponibilizem a transmitir as crianças e jovens os seus costumes, não só nos ambientes educacionais como também nas mídias digitais. Ademais, é igualmente necessário que o Estado, por intermédio da Funai, aplique efetivamente os direitos pertencentes a essa população, sendo através da criação de órgãos municipais especificamente destinados a esses objetivos possam promover as fiscalizações adequadas, de modo a reprimir os atos de discriminação e demarcar apropriadamente as terras referentes a esses indivíduos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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