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#79484
Na obra "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom", da escritora Sophie Kinsella, é retratado a história de Rebecca, uma jovem mulher, que ironicamente é jornalista de finanças, no entanto, se vê totalmente individada após alentar os desejos consumistas. O livro revela de forma divertida as consequências que a falta da educação financeira traz à vida dos cidadãos. Desse modo, é fundamental analisar a importância dessa temática na vida das pessoas, já que, o conhecimento financeiro evita o endividamento da população e reduz o consumismo.


Diante desse cenário, a educação monetária previne dívidas. Sob esse viés, dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mostrou que 62 milhões de brasileiros encerraram 2018 com nome sujo. Esse fato, é reflexo da ineficiente educação financeira do país, em que jovens ao saírem das escolas, estão mal preparados para lidar com o dinheiro, uma vez que, no ambiente escolar não lhes foi apresentado adequadamente sobre juros, inflação, deflação, investimentos, etc. Assim, a sociedade continua sempre um círculo vicioso de endividamento por não ter um ensinamento financeiro apropriado.

Ademais, uma comunidade com satisfatória instrução financeira não consome por impulso. Nesse sentido, diferentemente do que acontece em países desenvolvidos, as escolas do Brasil não tem uma disciplina sobre educação financeira na grade curricular. Por causa disso, as pessoas desconhecem o uso consciente do dinheiro e, dessa maneira, possuem dificuldades para controlar seus gastos e começam a comprar impulsivamente, culminando no consumismo. Logo, é imperativo que essa situação mude.


Depreende-se, portanto, que a educação financeira é crucial na vida das pessoas. Por isso, é imprescindível que o Ministério da Educação (MEC) - órgão responsável pela educação coletiva - viabilize ensinamentos sobre finanças nos colégios, desde o ensino básico, por intermédio da implementação da disciplina de Educação Financeira na grade curricular, com o fito de disponibilizar preparo financeiro a todos os cidadãos. Dessa forma, o povo brasileiro não será mal administradores de suas finanças, como personagem Rebecca Bloom.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#79488
Na obra "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom", da escritora Sophie Kinsella, é retratado a história de Rebecca, uma jovem mulher, que ironicamente é jornalista de finanças, no entanto, se vê totalmente individada (endividada) após alentar os desejos consumistas. O livro revela de forma divertida as consequências que a falta da educação financeira traz à vida dos cidadãos. Desse modo, é fundamental analisar a importância dessa temática na vida das pessoas, já que, o conhecimento financeiro evita o endividamento da população e reduz o consumismo.


Diante desse cenário, a educação monetária previne dívidas. Sob esse viés, dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mostrou que 62 milhões de brasileiros encerraram 2018 com nome sujo. Esse fato, é reflexo da ineficiente educação financeira do país, em que jovens ao saírem das escolas, estão mal preparados para lidar com o dinheiro, uma vez que, no ambiente escolar não lhes foi apresentado adequadamente sobre juros, inflação, deflação, investimentos, etc. Assim, a sociedade continua sempre um círculo vicioso de endividamento por não ter um ensinamento financeiro apropriado.

Ademais, uma comunidade com satisfatória instrução financeira não consome por impulso. Nesse sentido, diferentemente do que acontece em países desenvolvidos, as escolas do Brasil não tem uma disciplina sobre educação financeira na grade curricular. Por causa disso (dessa forma), as pessoas desconhecem o uso consciente do dinheiro e, dessa maneira, possuem dificuldades para controlar seus gastos e começam a comprar impulsivamente, culminando no consumismo. Logo, é imperativo que essa situação mude.


Depreende-se, portanto, que a educação financeira é crucial na vida das pessoas. Por isso (portanto), é imprescindível que o Ministério da Educação (MEC) - órgão responsável pela educação coletiva - viabilize ensinamentos sobre finanças nos colégios, desde o ensino básico, por intermédio da implementação da disciplina de Educação Financeira na grade curricular, com o fito (Ótima colocação!) de disponibilizar preparo financeiro a todos os cidadãos. Dessa forma, o povo brasileiro não será mal administradores de suas finanças, como personagem Rebecca Bloom. (Ótima conclusão!)
#79563
Na obra "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom", da escritora Sophie Kinsella, é retratado a história de Rebecca, uma jovem mulher, que ironicamente é jornalista de finanças, no entanto, se vê totalmente individada (erro de ortografia: endividada) após alentar os desejos consumistas. O livro revela de forma divertida as consequências que a falta da educação financeira traz à vida dos cidadãos. Desse modo, é fundamental analisar a importância dessa temática na vida das pessoas, já que, o conhecimento financeiro evita o endividamento da população e reduz o consumismo.
(Ótima introdução, tem todos os pontos necessários)


Diante desse cenário, a educação monetária previne dívidas. Sob esse viés, dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mostrou que 62 milhões de brasileiros encerraram 2018 com nome sujo. Esse fato, é reflexo da ineficiente educação financeira do país, em que jovens ao saírem das escolas, estão mal preparados para lidar com o dinheiro, uma vez que, no ambiente escolar não lhes foi apresentado adequadamente sobre juros, inflação, deflação, investimentos, etc. Assim, a sociedade continua sempre um círculo vicioso de endividamento por não ter um ensinamento financeiro apropriado.
(Ótimo desenvolvimento, conseguiu utilizar bem o repertório)

Ademais, uma comunidade com satisfatória instrução financeira não consome por impulso. Nesse sentido, diferentemente do que acontece em países desenvolvidos, as escolas do Brasil não tem uma disciplina sobre educação financeira na grade curricular. Por causa disso , as pessoas desconhecem o uso consciente do dinheiro e, dessa maneira, possuem dificuldades para controlar seus gastos e começam a comprar impulsivamente, culminando no consumismo. Logo, é imperativo que essa situação mude.
(Rt)


Depreende-se, portanto, que a educação financeira é crucial na vida das pessoas. Por isso, é imprescindível que o Ministério da Educação (MEC) - órgão responsável pela educação coletiva - viabilize ensinamentos sobre finanças nos colégios, desde o ensino básico, por intermédio da implementação da disciplina de Educação Financeira na grade curricular, com o fito de disponibilizar preparo financeiro a todos os cidadãos. Dessa forma, o povo brasileiro não será mal administradores de suas finanças, como personagem Rebecca Bloom. (Ótima conclusão, tem todos os requisitos, além de "resolver" todas as causas apresentadas nos dois desenvolvimentos)[/color]
#79566
Boa tarde, @Anne24 ,

"Na obra "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom", da escritora Sophie Kinsella, é retratado a história de Rebecca, uma jovem mulher, que ironicamente é jornalista de finanças, no entanto, se vê totalmente individada após alentar os desejos consumistas.":
Pequeno erro de concordância. O correto: "... é retratada a história..."
Erro gramatical. Correto: "endividada".

"Sob esse viés, dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mostrou que..."
Nesse excerto, dois erros gramaticais: a separação de sujeito e verbo pela vírgula e erro de concordância verbal do núcleo do sujeito "dados" com o verbo "mostrar".

Fora isso, escrita bem elaborada, com ideias bem organizadas diante do uso de conectivos, além de coerência nas colocações.
Sua conclusão está muito boa. No entanto, sugiro buscar sinônimos para a palavra "financeira", para alcançar o status de "ótima". Abçs
#79676
o povo brasileiro não será mal administrador
individada > endividada

sua introdução não diz que a educação financeira previne o consumismo por impulso, que você desenvolve no D2. Tenha o cuidado de sempre pôr seus assuntos na introdução, que é basicamente um cartão de visita de sua redação inteira.
fora isso, achei sua redação consistente. parabéns!
Redação ENEM 2021

Aqui está a minha análise da sua red[…]

Obrigado, se possível, corrija a minha do E[…]

@eurodrigo poderia dar uma olhada?

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