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#61066
O abandono paterno no Brasil é uma discussão em alta ainda no século XXI. O ser humano nasce de uma crença de que a mulher é o centro reprodutor da vida, porém distorcido erroneamente pelo machismo acumulado durante séculos. Logo, ignorância paternal gera transtornos, tanto à mãe quanto ao abandonado.
Durante toda sua vida, a criança terá de viver com as consequências adquiridas em um passado que não lhe pertence, e uma dessas é não possuir o nome do pai. Anos atrás não era obrigatório levar o sobrenome paterno à criança, caso o pai escolhesse não assumir esse indivíduo, a mãe adotaria apenas o próprio nome. Mesmo em tempos tão avançados, este tipo de ação ainda se repete. Isso acarreta traumas e questionamentos para tal menor, principalmente durante a vida escolar, em que esse precisa buscar por respostas para as perguntas de terceiros, muitas vezes, mal intencionados.
A mulher, por sua vez, matriz da geração da vida, tem este ser sozinha. Em alguns casos a situação necessita que isso seja uma escolha. No livro "É Assim que Acaba" de Colleen Hoover, Lilly, a protagonista, vivência a violência doméstica contra sua mãe, no decorrer do livro essa sofre tal abuso e decide que sua filha não teria a mesma experiência que ela, logo, decide solicitar o divórcio. No caso de Lilly, o pai da criança permanece com elas durante todas as etapas, porém, na realidade não acontece dessa maneira. O lado paterno nessas condições adota suas próprias regras e condições. As mães sofrem com a extensa carga horária que ser mãe e pai mutuamente exige, os recuros para criar uma criança sozinha, em sua grande maioria, são insuficientes para um crescimento digno.
Portanto, o sofrimento do menor e da parte materna deve ser levado em consideração quando a parte fragilizada busca por ajuda. Dessa forma, a criação de um órgão especializado em atender a estes casos deve ser construído com recursos financeiros da União, a fim de oferecer um melhor atendimento. Uma rígida lei deve ser criada para melhor punir os pais que negam a subsistência de seus filhos, através de um congresso. Assim, teremos a chance de amenizar os impactos gerados por esta negligência.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Alfabetização

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