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A constituição federal de 1988, o maior documento jurídico do país, prevê no artigo 6 • o direito a alimentação a todo cidadão brasileiro. Conquanto percebe-se que esta lei não tenha se reverberado com ênfase quando se observa que a maioria dos jovens neste país não se alimentam de forma saudável ou que tenham uma alimentação básica dentro de casa. Por isso, é impresiosa a análise dos fatores que favorecem este quadro.

Em primeiro plano, cabe ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a fome que assola cerca de 19 milhões de brasileiros. Tal problemática vem permeando entre a sociedade culminando em uma série de questões como o desemprego que atinge os pais ou mães de família ou dependência de programas sociais. Essa conjuntura segundo os ideais de John Locke, configura-se com violação do "contrato social", já que o Estado não não cumpre de forma eficiente a função de garantid ue todos desfrutem desse direito tão indispensável que é uma alimentação básica.

De modo complementar, é fundamental pontuar que muitas crianças e jovens tem como seu único sustento alimentar do dia, a refeição escolar, o que acaba se tornando um impulsionador para o agravo deste problema ainda na infância e juventude no Brasil. Segundo Aristóteles, "a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado entre a sociedade." Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar causando tal desequilíbrio na sociedade atual.

Depreende-se, portanto, a grande necessidade de combater estes obstáculos. Por isso, é imprescindível que o Ministério do desenvolvimento social, por intermédio dos governos estaduais e municipais, criem programas sociais que priorizem a alimentação saudável entre as famílias , para que traga, consequentemente, uma refeição melhor para as crianças e adolescente desta nação. Paralelamente, é imperativo que haja também a distribuição maior de cestas de alimentação para famílias necessitadas em pontos estratégicos. Desta maneira a haverá um equilíbrio social, onde o Estado desempenhe corretamente o seu "contrato social", tal qual afirmado pelo filósofo John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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