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Conforme a primeira lei de Newton, ou lei da inércia, um corpo parado tende a permanecer imóvel até que uma força de movimento seja exercido sobre ele. De maneira análoga a isso a importância da ciência na alfabetização de crianças e adolescentes no Brasil, tem-se tornado uma das metodologias mais necessárias a ser aplicadas no ensino no século XXI, uma vez que a urgência em transformar jovens em adultos que consigam participar na tomada de decisões de forma crítica, se tornou um dos pontos fundamentais. Desse modo, transfigura-se esse o movimento que o país precisa perante o retrocesso humano no campo só conhecimento científico. Diante disso torna-se essencial a discussão de ideias do quão fundamental a ciência é no campo da educação, bem como o modo que a mesma é aplicada.

Primeiramente, é indubitável ressaltar que a alfabetização científica é uma grande aliada da formação cidadã dos estudantes, dado que tem por objetivo que os alunos consigam fazer conexões com o conhecimento científico e o mundo ao seu redor. Entretanto, apesar da necessidade de tal aprendizado no meio acadêmico, sua aplicabilidade nas escolas e universidades ainda é restrito a minorias elitistas da sociedade, seja por parte da falta de investimento na rede pública de ensino, seja baixa especialização de docentes, onde muitos têm dificuldade em evitar que os alunos criem interpretações distorcidas sobre o assunto. Tal problema pode gerar cidadãos alienados de suas ideias, vulneráveis a acreditar em notícias falsas que são tão graves que podem inclusive colocar vidas em risco ou prejudicar a saúde das pessoas, como no caso das notícias veiculadas a respeito do uso de hidroxicloroquina no tratamento contra a Covid-19.

Com base nisso, é notório salientar o modo com que as pessoas retrocederam suas visões perante a ciência nos dias de hoje. Joseph Gobbels, ministro da propaganda alemã durante o Governo nazista disse: “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”, demonstrando uma estratégia da época para manipular a população. Apesar de 76 anos depois da Segunda Guerra Mundial, a frase de Joseph ainda se aplica no cenário atual, pois, em meio a “geração digital” com descobertas científicas como a exploração de Marte, ou a nova codificação do genoma humano, ainda entramos em discussão sobre falácias como, a terra plana, ou o negacionismo da teoria da evolução das espécies de Charles Darwin. Tal cenário antagônico traduz o quanto a sociedade está andando para trás no quesito conhecimento científico. Tal feito faz com que voltamos a vivenciar situações como a do filósofo Giordano Bruno, que foi morto pela discórdia de suas descobertas do heliocentrismo, onde maioria da população não tinha uma doutrina suficiente para compreender as ideias científicas.

Em vista dos fatos supracitados faz-se necessário a adoção de medidas que contenham o avanço da problemática na sociedade brasileira. Com isso cabe ao Governo Federal direcionar capital que por intermédio do Ministério da Educação, que será revertido em investimento no setor da educação pública de ensino, através do reforço currículo dos cursos de licenciatura em ciências biológicas, exatas e humanas. Ademais o Ministério da Educação deve promover as escolas de rede pública, aulas diferenciadas sobre aprofundamento científico, tendo por objetivo equilibrar a diferença entre educação pública e privada, isso juntamente a feira de ciências, onde o aluno pode colocar em prática tudo oque aprendeu na sala de aula despertando assim a curiosidade em desenvolver suas próprias ideias sobre o mundo. Somente assim, como a lei de Newton, seremos o movimento percursor para um cenário educacional mais científico.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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