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A Constituição Federal de 1988 garante a igualdade de gênero no século XXI, em qualquer âmbito nacional. Entretanto, os índices de denúncias em relação a desigualdade de gênero torna-se crescente, atingindo não só mulheres, como também os LGBT, que tendem enfrentar os estigmas da sociedade. Outrossim, é possível determinar que a uniformidade de gênero é uma pauta pouco discutida na socialmente. Esse problema está associado ao legado histórico, imposto pelo patriarcado e como também, a negligência governamental.


Nesse contexto, é possível constatar que a igualdade de gênero não tornou-se totalmente presente no século XXI. De acordo com Relatório de Desigualdade Global de Gênero, em 2016, constatou que a diferença salarial entre homens e mulheres no Brasil é uma das maiores do mundo. Esse fator no país foi determinado pelo patriarcado, em virtude de que as mulheres são subestimadas, principalmente no mercado de trabalho. Como resultado, para que esse cenário seja modificado levará anos, continuando assim um sistema machista e desigualitário.



Além disso, no Brasil não há asseguração do Artigo 5, que determina a garantia de que todos tenham direitos igualitários independentemente de gênero. O Brasil ocupa 129° posição quanto a relação de desigualdade salarial, principalmente em cargas executivas com 50%, segundo pesquisas de Desigualdade Global de Gênero. Como consequência, o país atualmente apresenta crescentes níveis de desigualdade, podendo gerar um atraso social no sistema brasileiro.



Portanto, medidas devem ser tomadas para que consiga obter igualdade. Destarte, as Mídias Sociais juntamente com o Sistema Educacional Brasileiro devem promover palestras nas redes sociais e como também nas escolas, com o objetivo de reeducar o sistema social, para assim mostrar que todos têm direitos iguais, pois o país apresenta 129° posição em relação a desigualdade. Além disso, o Sistema Legislativo deve reformular o artigo 5, tornando mais severo, para punir quem não pratica a lei corretamente e assim garantindo o direito de todos os cidadãos brasileiros.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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