Por Kerenn
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É notório que os jovens estão ganhando cada vez mais forças ao longo dos anos, sendo cada vez mais reconhecidos, com isso, estão ocupando mais espaço no mercado de trabalho, se adaptando melhor com o avanço das tecnologias, o que ajuda no desenvolvimento pessoal e profissional do jovem hoje em dia. Antigamente, nos anos 60, os jovens começavam a trabalhar cedo, com 6 anos já ajudavam os pais no trabalho. No ano de 2000 foi aprovado no Brasil a Lei do Aprendiz, mais conhecido como Jovem Aprendiz, onde as crianças só podem trabalhar a partir dos 14 anos e têm uma carga horária de 6 horas por dia para que o cidadão possa estudar. Portanto, essa lei só foi regulamentada em 2005.
Diante desse cenário, os jovens são o futuro da humanidade, com isso eles acabam sofrendo pressão, pois são cobrados pela sociedade sobre seu futuro e sobre o que quer ser quando crescer, então os pais incentivam a estudar para que ele consiga "ser alguém na vida" e alcançar o que almeja. Diante disso, os jovens acabam sendo obrigados a decidir o que querem para o seu futuro ainda criança, o que faz com que eles possam desenvolver problemas como depressão e ansiedade, o que pode gerar dificuldades na vida e atrapalhar no bom crescimento pessoal.
Por conseguinte, os empregadores estão contratando mais jovens no mercado de trabalho, pois correm menos riscos de estarem doentes e se ausentar do trabalho. Uma vez que, por serem jovens eles têm a mente mais aberta fazendo com que eles aprendam mais rápido e com mais facilidade, também estão mais por dentro das tecnologias, portanto tem mais agilidade para trabalhar com computadores, por exemplo. Contudo, a maioria das empresas pedem o curso de inglês e que tenha completado o ensino médio e, dependendo da condição financeira do jovem, ele não pode fazer um curso.
Desse modo, os pais precisam colaborar mais com os jovens, de forma que não atrapalhe e nem cause problemas na sua decisão, deixando o jovem pensar no tempo dele para que ele possa entender e saber o que realmente quer para seu futuro. Dessa forma, o jovem corre menos riscos de desenvolver problemas socioemocionais. Logo, os pais precisam ser mais compreensivos, ajudando o jovem em pesquisas de cursos e empregos que possam ajudar a complementar o currículo e cursos que vão ajudá-lo a se preparar para o mercado de trabalho.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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