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Na longa-metragem Coringa, retrata um personagem problemático vítima da marginalização e sofre sérios transtornos cruéis que, por causa de situações de uma sociedade individualista e influenciadora, constrói uma personalidade complexa e degenerada. Com relação a ficção, a antipatia social contribui para o detrimento de uma comunidade, a qual, necessita de uma convivência e relação saudáveis para os indivíduos. Não só isso, como também o egoísmo da população juntamente com a política individualista são fatores que potencializam essa problemática.
Primeiramente, é importante salientar o menosprezo por parte do sujeito perante a características, costumes e culturas que este não pratica ou possui, mas convive no seu cotidiano. A exemplo disso, é notório o percentual em 20% em casos de injúrias raciais, como é registrado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, cujo indivíduos são rebaixados e submetidos no meio em que se inserem em virtude de sua cor. Outrossim, a comunicação é prejudicada e degenera a convivência do vitimado atrelado a sua exclusão da comunidade por falta de boa índole.
Ademais, com o desenvolvimento de uma sociedade capitalista em progresso, é perceptível como o trajeto em prol do próprio lucro tem restringindo o senso de companheirismo e enfatizado o egocentrismo. Perpendicular a isso, segundo Zygmunt Bauman, sociólogo contemporâneo, as tecnologias fragilizam as relações humanas, os avanços tecnológicos têm investido em um convívio superficial, onde encontra-se as intolerâncias às adversidades. De modo parecido, cria-se um sentimento egoísta que afeta a sociabilidade de qualquer local público, onde a moral e a ética se restringe somente para o próprio bem-estar, ignorando com veemência o respeito ao outro.
Portanto, com os fatos apresentados é conveniente estimular o sentimento de companheirismo e, para isso, faz-se necessário o Estado, por meio de veículos midiáticos e comunicativos, incentivar o vitimado a denunciar sobre o crime de ódio cometido sobre ele. Em conjunto, é ideal uma boa postura de ensino nas redes escolares, onde, por meio dos já existentes profissionais da educação possam realçar esse assunto criando debates e incentivando para uma futura geração socialmente empática.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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