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Conforme o filósofo contratualista Jhon Locke, cabe ao estado — por meio do "contrato social" — assegurar todos os direitos pertencentes aos indivíduos. Entretanto, é conspícuo que tal discurso não se evidencia no Brasil, já que, hodiernamente, se observa um acentuado número de crianças e adolescentes fora das escolas. Essa realidade denota um problema a ser resolvido pelo governo, tendo em vista que a falha escolar de não combater o "bullying" e a baixa condição financeira são os principais fatores.

Primeiramente, cabe salientar que muitas instituições de ensino ainda possuem dificuldade de adversar as piadas e brincadeiras de mal gosto, essas que destroem a vontade dos jovens de continuar frequentando. De acordo com o G1, cerca de 700 mil pararam de ir à escola por conta do "bullying". Sob esse prisma, comprova-se que atos intolerantes deturpam a moralidade da vítima, tornando impossível o convívio, e, consequentemente, o estudo. Assim, verifica-se que a ineficácia escolar favorece a desassociação de indivíduos do ambiente estudantil.

Ademais, a falta de condições econômicas também se mostra contribuinte para a evasão, afinal, muitos desistem da escola para arrumar um trabalho e ajudar sua família. A Constituição Federal promulgada em 1988, garante, em seu 6° Artigo, o direito inalienável a educação. Todavia, isso não ocorre, a má competência estatal é visível, o estado viabiliza uma renda auxiliar muito pequena para pessoas socialmente dependentes, impossibilitando que muitos concluam o ensino médio. Dessa forma, percebe-se que a falta de capital também fortalece a permanência da problemática.

Portanto, conclui-se que é necessário achar meios para combater a falha escolar de não combater a discriminação e a baixa renda. Por isso, concerne ao Ministério da Educação e a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, a criação de um plano cujo objetivo seja assegurar o direito a educação, através de palestras sobre o "bullying" todo mês em todas as escolas e o aumento da renda auxiliar conhecida como "Bolsa Família", a fim de diminuir o número de casos de evasão escolar, pois, dessa forma, os alunos se conscientizarão e o dinheiro necessário para a sobrevivência estará presente.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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