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A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, ou direito à educação como inerente à todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a evasão escolar em questão no Brasil, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar ausência de medidas governamentais para combater o abandono escolar. Nesse sentido, essa evasão pode estar associada à falta de escolas, bullying, falta de condições econômicas dos alunos. Essa conjuntura, segundo as idéias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o estado não cumpre sua função de garantir que todos os cidadões desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a falta de investimentos governamentais como impulsionador da evasão escolar no Brasil. Segundo, uma pesquisa encomendada pelo banco digital C6 bank, realizada pelo instituto Datafolha, aponta que cerca de 4 milhões de estudantes brasileiros, com idade entre 6 e 34 anos, abandonaram os estudos em 2020, o que representa uma taxa de 8,6% de evasão escolar. Diante de tal exposto, ação preocupante aonde jovens abandonam os estudos e passam a priorizar outras atividades. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo, por meio de uma palestra, avalie a forma de agir - recorrer à família para buscar uma solução conjunta, por exemplo, afinal nem sempre a ausência dos filhos na escola é conhecida pelos pais - a fim de amenizar a evasão escolar. Assim, se consolidará uma sociedade mais empática, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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