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Segundo a Organização Mundial da Saúde, violência pode ser definida como uso intencional da força física, ameaça contra si mesmo, outra pessoa, grupo ou comunidade que tenha como consequência o traumatismo, danos psicológicos, problemas no desenvolvimento ou a morte. Esse problema, que é mais frequente em áreas urbanas, está intimamente ligado com defasagens nos campos sociais, políticos e econômicos.

Na medida que o êxodo rural contribui para o crescimento rápido da população nas áreas urbanas, e isso tenha contribuído drasticamente para uma intensa urbanização das décadas de 60 e 80, o aumento acelerado de habitantes nas cidades também significa agravamento no sistema de financiamento de recursos no Estado. Chamado de macrocefalia urbana, o desprovimento dos serviços públicos como saúde, educação, transporte e lazer é, muitas vezes, o motivo principal para crimes como roubo, tráfico e crime organizado.

Em adição, a falha do Estado também se exemplifica no mau preparo dos policiais; a polícia brasileira é conhecida pela agressividade e corrupção, além de inúmeros casos de violência não justificada a pessoas pretas, principalmente homens. Consequentemente, o problema referente a brutalidade policial é motivado pelo racismo estrutural, e inviabiliza corpos pretos e periféricos e assim denota todo morador da favela como bandido. Não só isso, mas segundo o Departamento Penitenciário Nacional, pretos e pardos representam 61,7% dos dos presos no Brasil, que já acumula 700 mil pessoas encarceradas sem a mínima estrutura - o que faz a cadeia um grande foco de violência - e sem a real intenção de devolvê-las para a sociedade com possibilidades além do crime.

Assim sendo, a disseminação da violência urbana se explica analisando os contextos sociais e econômicos, portanto, fica sobre responsabilidade do Estado, em especial ministérios da Justiça e Segurança Pública, além de outros como o da Saúde, Educação e Infraestrutura, prover programas sociais e políticas públicas que mudam o cenário brasileiro.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Muito se tem discutido, recentemente, acerca das d[…]

nycolas2005 , muito obrigada, fico feliz pela cor[…]

Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio &aacu[…]

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