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Por Eviih
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#72551
Na série televisiva "The Boys", a protagonista Starlight, uma garota esforçada do interior, logo após conseguir realizar seu sonho de entrar nos "Sete" – um aclamado grupo de super heróis –se vê em uma situação deplorável quando em seu primeiro dia na empresa é assediada e violentada sexualmente pelo seu herói favorito e "crush" de infância. Fora da ficção, é evidente o quanto esse contexto se assemelha à realidade em diversos aspectos, visto que o assédio é quase um elemento enraizado na sociedade brasileira. Nesse sentido, nota-se não só o patriarcalismo como também o enfoque  preconceituoso que culpabiliza as vítimas como dois dos principais entraves que corroboram essa problemática no Brasil. 


A priori, é fundamental pontuar o patriarcalismo  que majoritariamente opera como impulsionador desse impasse. Nessa conjuntura, de acordo com o jornalista Yuri Ferreira, o patriarcado ainda pode ser considerado um grande alicerce da sociedade contemporânea e em decorrência disso ele é responsável por impor diversas regras de gênero como, por exemplo, a do homem ser uma figura forte e  imperante e a da mulher um indivíduo frágil e passivo. À vista disso, ele exige que o homem reafirme sua identidade seguindo uma postura tradicional "masculina"  que em diversas vezes faz com que eles considerem normal atitudes errôneas como assobios ou elogios com conotações sexuais. Assim, fica evidente a necessidade de mudar essa mentalidade herdada dos padrões patriarcais.


Por conseguinte, outro fator a ser discutido é a lamentável óptica que muitas vezes julga a vítima ‐ em grande maioria mulheres – como culpada em consequência de sua vestimenta ou comportamento. Diante disso, segundo o levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) 33,3% da população brasileira acredita que a vítima é culpada. Nessa perspectiva, em muitos dos casos os assediadores buscam justificam suas ações ou falas através do prejulgamento do caráter da mulher, devido as suas roupas  ou  atitudes, que em suas concepções soam como  "provocativas" ou até mesmo como um "convite" para desagradáveis comentários e condutas, para mais sendo um discurso, infelizmente, naturalizado tanto pelos assediados quanto por muitos cidadãos do País. Logo, torna-se  substancial a mudança desse quadro.

Em suma, diante dos fatos supracitados, urge que medidas sejam tomadas para erradicar essa cultura do assédio da sociedade brasileira. Portanto, o Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação deve educar e conscientizar as crianças sobre o assunto desde cedo, por meio de aulas que abordem o respeito e quebrem com essa linha de ideias do sistema patriarcalista evidenciando, também, o direito da vítima de recorrer à justiça para que não permaneça sofrendo os constrangimentos derivados dessa problemática para que, enfim, compreendam a gravidade dos atos de assédio e respeitem o espaço e o direito individual de cada um, distanciando o rumo do País de cenas como a apresentada em "The Boys".
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 173

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 187

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#72750
Na série televisiva "The Boys", a protagonista Starlight, uma garota esforçada do interior, logo após 'depois de' conseguir realizar seu sonho de entrar nos "Sete" – um aclamado grupo de super heróis [1]–se vê em uma situação deplorável quando em seu primeiro dia na empresa é assediada e violentada sexualmente pelo seu herói favorito e "crush" de infância. Fora da ficção, é evidente o quanto esse contexto se assemelha à realidade em diversos aspectos, visto que o assédio é quase um elemento enraizado na sociedade brasileira. Nesse sentido, nota-se não só o patriarcalismo como também o enfoque preconceituoso que culpabiliza as vítimas como dois dos principais entraves que corroboram essa problemática no Brasil.

[1]Esta palavra usa-se hífen em super-herói

A priori, é fundamental pontuar o patriarcalismo que majoritariamente opera como impulsionador desse impasse. Nessa conjuntura, de acordo com o jornalista Yuri Ferreira, o patriarcado ainda pode ser considerado um grande alicerce da sociedade contemporânea e em decorrência disso ele é responsável por impor diversas regras de gênero como, por exemplo, a do homem ser uma figura forte e imperante e a da mulher um indivíduo frágil e passivo. À vista disso, ele exige que o homem reafirme sua identidade seguindo uma postura tradicional "masculina" que em diversas vezes faz com que eles considerem normal atitudes[2] errôneas como assobios ou elogios com conotações sexuais. Assim, fica evidente a necessidade de mudar essa mentalidade herdada dos padrões patriarcais.

[2] ERRO GRAMATICAL DE CONCORDÂNCIA NUMERAL, ONDE PODERIA SER IMPOSTO COMO 'normais atitudes'

Por conseguinte, outro fator a ser discutido é a lamentável óptica que muitas vezes julga[3] a vítima ‐ em grande maioria mulheres – como culpada em consequência de sua vestimenta ou comportamento. Diante disso, segundo o levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) 33,3% da população brasileira acredita que a vítima é culpada. Nessa perspectiva, em muitos dos casos os assediadores buscam justificam suas ações ou falas através do prejulgamento do caráter da mulher, devido as suas roupas ou atitudes, que em suas concepções soam como "provocativas" ou até mesmo como um "convite" para desagradáveis comentários e condutas, para mais sendo um discurso, infelizmente, naturalizado tanto pelos assediados quanto por muitos cidadãos do País. Logo, torna-se substancial a mudança desse quadro. <PARECEU MUITO REPETITIVO ESSE DESFECHO COMO DO D.1

[3] ESTA FRASE PODERIA SOAR MELHOR COM VERBO ANTES DE MUITAS ; 'julga muitas vezes'


Em suma, diante dos fatos supracitados, urge que medidas sejam tomadas para erradicar essa cultura do assédio da sociedade brasileira. Portanto, o Governo Federal em parceria com o Ministério da Educação deve educar e conscientizar as crianças sobre o assunto desde cedo, por meio de aulas que abordem o respeito e quebrem com essa linha de ideias do sistema patriarcalista evidenciando, também, o direito da vítima de recorrer à justiça para que não permaneça sofrendo os constrangimentos derivados dessa problemática para que, enfim, compreendam a gravidade dos atos de assédio e respeitem o espaço e o direito individual de cada um[4], distanciando o rumo do País de cenas como a apresentada em "The Boys".

[4] PLEONASMO ; PODERIA SER INDIVIDUAL

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