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#75469
Segundo a Bíblia Pastoral, Mateus 7:1-5, “Não julgues, para não ser julgado”. Indubitavelmente, o cenário brasileiro hodierno rege vivência de linchamentos virtuais com distúrbios de ódio ao indivíduo julgado, no que se sucede à liberdade anônima diante do exposto; visto que a ausência de informação corrobora esta conjuntura. Nessa perspectiva, convém analisar as principais consequências relacionadas a esse fenômeno na sociedade brasileira.

  Sob uma primeira análise, é válido ressaltar que o centro da enfrenta aos julgamentos no vínculo das redes sociais constata esta entrave. Conforme o cantor, compositor e dançarino, Michael Jackson, quanto maior a estrela, maior é o alvo. Desse modo, observa-se que informações em contextos relacionados a famosos, influenciadores da mídia que  são vítimas constantes das notícias falsas, é concedido ataques por inúmeros usuários com objetivo de difamar e julgar atos que aquele cidadão cometeu.

     Nesse contexto, percebe-se como a ausência de informação sobre o enredo agrava este impasse. Segundo a Constituição Federal, o artigo 5°, inciso LVII, consagra o princípio da presunção de inocência, conhecido por “princípio  da não culpabilidade”. Outrossim, ao se deparar com notícias deve-se denunciar em sites — como Safer “net” — o qual defende direitos humanos, disseminar opiniões a ausência de informação constituí-se no dispêndio ao coletivo.

        Portanto, medidas devem ser tomadas diante deste revés. O Governo Federal, com parceira dos influenciadores nas mídias sociais, deve criar campanhas para a mobilização ao direcionar nas pesquisas de sites na conferência de notícias — como o G1 que é um portal de notícias brasileiro mantido pelo Grupo Globo e sob orientação da Central Globo de Jornalismo. — e denunciar conforme o artigo 5° da Constituição Federal, com a presunção de inocência; com a finalidade de conscientizar os cidadãos e capacitar para que a abominação não seja prorrogado. Assim, a disseminação de julgamento não será pautada segundo Mateus 7:1-5 sendo revigorado o respeito.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#76320
❌❱𝐸𝑅𝑅𝒜𝒟𝒪
✅❱𝒫𝒜𝑅𝒜𝐵𝐸𝒩𝒮
📄❱𝑅𝐸𝐸𝒮𝒞𝑅𝐸𝒱𝐸𝑅
📝❱𝐹𝒜𝐿𝒯𝒪𝒰
😱❱ 𝒜𝒯𝐸𝒩𝒞𝒜𝒪

Segundo a Bíblia Pastoral, Mateus 7:1-5, “Não julgues, para não ser julgado”. Indubitavelmente, o cenário brasileiro hodierno rege vivência de linchamentos virtuais com distúrbios de ódio ao indivíduo julgado, no que se sucede à liberdade anônima diante do exposto; visto que a ausência de informação corrobora esta conjuntura. Nessa perspectiva, convém analisar as principais consequências relacionadas a esse fenômeno na sociedade brasileira.

  • 📝Tese

Sob uma primeira análise, é válido ressaltar que o centro da enfrenta aos julgamentos no vínculo das redes sociais constata esta entrave. Conforme o cantor, compositor e dançarino, Michael Jackson, quanto maior a estrela, maior é o alvo. Desse modo, observa-se que informações em contextos relacionados a famosos, influenciadores da mídia que são vítimas constantes das notícias falsas, é concedido ataques por inúmeros usuários com objetivo de difamar e julgar atos que aquele cidadão cometeu.

  • 📝DESFECHO

Nesse contexto, percebe-se como a ausência de informação sobre o enredo agrava este impasse. Segundo a Constituição Federal, o artigo 5°, inciso LVII, consagra o princípio da presunção de inocência, conhecido por “princípio da não culpabilidade”. Outrossim, ao se deparar com notícias deve-se denunciar em sites — como Safer “net” — o qual defende direitos humanos, disseminar opiniões a ausência de informação constituí-se no dispêndio ao coletivo.

  • 📝DESFECHO
    😱Seu d.2 ficou muito confusa

Portanto, medidas devem ser tomadas diante deste revés. O Governo Federal, com parceira dos influenciadores nas mídias sociais, deve criar campanhas para a mobilização ao direcionar nas pesquisas de sites na conferência de notícias — como o G1 que é um portal de notícias brasileiro mantido pelo Grupo Globo e sob orientação da Central Globo de Jornalismo. — e denunciar conforme o artigo 5° da Constituição Federal, com a presunção de inocência; com a finalidade de conscientizar os cidadãos e capacitar para que a abominação não seja prorrogado. Assim, a disseminação de julgamento não será pautada segundo Mateus 7:1-5 sendo revigorado o respeito.

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