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A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6° o direito a segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal perrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a cordialidade brasileira e suas consequências em questão no século XIX, dificultando deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a cordialidade brasileira.Nesse sentido, é importante analisar, ao longo da história, a construção do brasileiro que deixa de lado a razão em qualquer situação.Essa conjuntura, segundo as idéias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social', já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar as tentativas de suborno, corrupções e contradições ilegais de famílias em cargos públicos, como impulsionador da cordialidade no Brasil. Diante de tal exposto, é notório vizualizar uma sociedade que, em detrimento da razão, coloca as relações pessoais em primeiro lugar e burla regras nas decisões diárias. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater obstáculos. Para isso, é imprescidível que a mídia denuncie e debata essas ações e divulgue as medidas por parte do governo.Escolas, formadoras de opinião, pode trabalhar esse comportamento na raiz, mostrando a necessidade da moral imperar nas atitudes do indivíduo, a fim de, em pouco tempo, a separação entre o público e o privado saia da teoria e no Brasil, se torne prática no meio social.Assim, se consolidará uma sociedade mais impatica, onde o estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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