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A alimentação na rede pública estudantil

Enviado: 21 Jul 2020 15:53
por Wesley1234
A colonização, foi o período em que houve domínio português na América do sul, ocasionando conflitos na sociedade, cultura e economia mudando a convivência social entre colonos e nativos. Atualmente, o problema não é colonizar, mas situações sócias tais como má alimentação e falta de recurso.
Em primeiro plano, convém ressaltar que a problemática deve-se as falhas na questão legal e sua aplicação, haja vista que, conquanto a Constituição Federal de 1988, norma de maior hierarquia no sistema jurídico, garanta campainhas para doar alimento. No entanto apesar da defesa constitucional, nota-se que a indignação dos alunos e repressão estudantil são causas persistentes no território, devido a ausência de uma estrutura sistemática de ensino qualitativo nas redes públicas. Assim, circunstâncias como essas continuam a ocorrer hodiernamente na população.
Em segundo plano, destaca-se de início a greve como consequência do óbice. Nesse sentido, segundo Rousseau na obra, "Contrato Social," cabe ao Estado viabilizar ações como projetos que possam atender e notar a situação. Em contrapartida, observa-se que mesmo com medidas estatais os movimentos estudantis continuam. Dessa forma, é inaceitável que, em pleno terceiro milênio com o avanço da infraestrutura e educação o malefício persiste, violando o que é exigido constitucionalmente.
Infere-se, portanto, que alternativas sejam efetivadas para combater o importúnio. Sendo assim, o Governo Federal, como instância máxima da administração executiva deve atuar em favor da nação, através de doações, por meio dos órgãos públicos a fim de inibir o malefício e evitar que se espalhe.