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#58059
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se justamente o contrário, quanto à questão da abordagem do feminicídio no Brasil. Nesse contexto, a problemática é desafio no país e persiste devido, não só ao receio de denúncia por parte da vítima, mas também à irracionalidade do opressor.
Convém ressaltar, a princípio, que o silêncio das mulheres é um fator determinante para a persistência do problema. Sob essa lógica, o imperativo categórico, de Kant, preconiza que o indivíduo deve agir apenas segundo a máxima que gostaria de ver transformada em lei universal. No entanto, no que tange à questão do problema há uma lacuna no dever moral quanto ao exercício da denúncia.
Além disso, cabe ressaltar que o comportamento irracional é um forte empecilho para a resolução da causa. Segundo Hegel, um dos filósofos mais importantes da história, a
razão rege o mundo. No entanto, verifica-se uma atuação da irracionalidade na questão de assassinatos efetivos contra às mulheres, que tem como base uma forte influência da falta de um pensamento racional. Assim, sem a presença de uma lógica que permita tomar decisões de bom senso, esse problema tem sua intervenção dificultada.
É evidente, portanto, que tais entraves precisam ser solucionados. Faz-se necessário, portanto, que o Ministério da Justiça, em parceria com as mídias de grande acesso, divulguem amplamente
os canais de denúncia, tanto via telefone, quanto online, por
meio de publicações nas redes sociais e transmissões ao vivo, esclarecendo a importância das denúncias das mulheres e a possibilidade de fazê-la anonimamente, quanto acompanhamento de profissionais de psicanálise para homens com distúrbio de personalidade. Nessas transmissões seria viável convidar voluntários que foram beneficiados pelo exercício da denúncia a relatarem sua experiência, a fim de desmistificar e superar o receio de denunciar quanto a falta de alto reconhecimento de mal caráter do opressor que muitas pessoas têm.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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